![]() |
Sacerdote italiano é nomeado bispo no Brasil VATICANO, 18 Fev. 04 (ACI).- O Santo Padre nomeou o sacerdote turinense Carlo Ellena como novo Bispo de Zé Doca, estado de Maranhão, no nordeste do Brasil. O anúncio da nomeação foi feita pelo Arcebispo de Turim, Cardeal Severino Poletto, depois de receber a comunicação da Congregação para os Bispos. Dom Carlo Ellena nasceu em 1938 em Valperga e foi ordenado sacerdote em 1962. O bispo eleito está no Brasil há 30 anos como sacerdote “fidei donum”, sacerdote diocesano que dedica um significativo período de sua vida às missões à luz da Encíclica de mesmo nome escrita pelo Papa Pio XII. No momento da nomeação, Dom Ellena era secretário executivo da Conferência Regional dos bispos do Nordeste da Itália. A diocese de Zé Doca tem uma população de 300 mil habitantes, dos quais 260 mil são católicos. Conta com 20 sacerdotes e 31 religiosos. “É para nós um verdadeiro motivo de orgulho esta nomeação decidida pelo Santo Padre”, disse o Cardeal Poletto. “É um sinal de reconhecimento por nossas missões. Tínhamos projetos para esta região, em particular a abertura de uma nova missão em Belém, à qual pensamos enviar Ellena, mas agora com sua nomeação teremos que voltar a analisar este projeto”, declarou o Arcebispo.
Cristo dá plenitude a toda a realidade, lembra João Paulo II VATICANO, 18 Fev. 04 (ACI).- Na audiência geral de hoje, o Papa João Paulo II lembrou que no projeto de Deus para a humanidade, Deus havia pré-estabelecido retomar em Cristo todas as coisas. “Cristo realiza uma função de 'plenitude', de modo que nEle se revele o 'mistério' escondido nos séculos e toda a realidade realize –em sua ordem específica e em seu grau- o desígnio concebido pelo Pai desde a eternidade”, indicou o Pontífice em sua habitual catequese de quarta-feira. O Santo Padre dedicou sua reflexão desta manhã ao Cântico que abre a Carta aos Efésios, "Deus salvador" e que se proclama todos as segundas-feiras na liturgia das vésperas. João Paulo II disse que este texto exalta "a maravilhosa obra de Deus, realizada por nós em Cristo” e lembrou que o senhorio de Jesus “se estende, portanto, ao universo e ao horizonte mais específico, que é a Igreja”. O Santo Padre explicou que no Cântico coloca-se em destaque "a exaltação da 'redenção mediante o sangue' na cruz, o 'perdão dos pecados', a efusão abundante 'das riquezas de sua graça'; a filiação divina do cristão e o 'conhecimento do mistério da vontade' de Deus, mediante a que se entra na intimidade da própria vida trinitária".
Arcebispo pede que se resolva os problemas na Terra antes de conquistar Marte BUENOS AIRES, 18 Fev. 04 (ACI).- O Arcebispo de La Plata, Dom Héctor Aguer, questionou a necessidade de atender “os graves problemas que afetam a Terra”, antes de gastar enormes quantias de dinheiro em projetos “faraônicos” como a conquista de Marte. Embora classificou como “admiráveis” as façanhas científicas e tecnológicas no espaço, Dom Aguer pediu que se perguntasse “o que estamos fazendo com nossa Terra?”. O Arcebispo questionou que enquanto “há regiões do planeta habitadas por pessoas que morrem diariamente de fome, nós (a humanidade) estamos sonhando com a colonização de Marte”. Além disso, chamou à reflexão para encontrar “opções éticas ou, pelo menos, moderar um pouco este entusiasmo colonizador desmedido e nos aplicarmos mais seriamente no cuidado de nossa Terra e das pessoas que vivem nela”. “Estamos fantasiando com a conquista de Marte e vamos destruindo aceleradamente o planeta em que vivemos. Cada dia é mais claro o conhecimento que temos dos grandes desequilíbrios físicos e climáticos, dos desastres produzidos no mundo vegetal e animal pela intervenção desmedida do homem”, concluiu Dom Aguer.
Advertem que “perspectiva de gênero” é arma mais perigosa contra vida e a família BUENOS AIRES, 18 Fev. 04 (ACI).- Em um artigo difundido pela organização não governamental Pró Vida, o autor Adolfo Castañeda considerou a perspectiva de gênero como “uma das armas ideológicas mais perigosas para destruir a vida e a família, e por ende, a sociedade”. Trata-se –explicou Castañeda– de um conceito muito em voga nos âmbitos do feminismo anti-vida, segundo o qual “as diferenças entre homens e mulheres respondem a uma estrutura cultural, social e psicológica e não a condições biológicas”. Desta forma, “a sociedade inventa as diferenças entre os sexos, estas não têm uma origem natural. Como resultado, a perspectiva de gênero nega que, biologicamente falando, os seres humanos se distingam simplesmente em dois sexos: masculino e feminino, e afirma que são mais as combinações resultantes das áreas fisiológicas do ‘sexo biológico’, quer dizer, dos órgãos sexuais internos e externos”, acrescentou o escritor. O artigo adverte a existência de “intersexos, cujo ponto médio é o hermafroditismo. Daí que considere a heterossexualidade e a procriação, não como a sexualidade natural, mas como ‘outra construção social biologizada’”; e acrescenta que “as conseqüências desta forma de pensar são assustadoramente funestas”. “A perspectiva de gênero chega a uma concepção tão amorfa da pessoa humana, que dá pé a todo tipo de comportamento, por mais perverso que seja. O corpo e a natureza humana, em suas expressões de feminilidade e masculinidade, perdem toda sua relevância moral, para tornar-se puro instrumento a serviço do prazer egoísta”, explicou o autor. “Mas –acrescenta Castañeda– não se trata somente de uma justificativa ideológica do hedonismo, quer dizer, do lesbianismo, o homossexualismo, a anticoncepção, o aborto, etc., mas de todo um programa para ‘reconstruir’ a sociedade, impondo-lhe uma nova forma de ver e viver a sexualidade”. O conceito de família “é esvaziado de seu conteúdo tradicional para dar lugar a ‘uniões’ de homossexuais e lésbicas, com os mesmos direitos que as famílias normais”, afirmou Castañeda e ressaltou que isso se percebe na inclusão do termo “orientação sexual” por parte do Comitê Latino-americano para a Defesa dos Direitos da Mulher (CLADEM), no artigo 2 da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Com esse adendo –continuou–, tal artigo diz: “Cada pessoa está investida de todos os direitos e liberdades estabelecidos nesta Declaração sem distinção de nenhuma classe, por motivo de raça, cor, sexo, espiritualidade, orientação sexual, idade, idioma, religião, cultura, opção política ou de outra índole, origem nacional ou social, condição econômica, nascimento ou outro status”. No caso de “falsos ‘direitos’, como o são vários dos que propõe CLADEM, a afirmação se converte na tutela da perversão, não somente perante o Estado, mas também perante instituições como as Igrejas ou outras associações, as quais cairiam sob a categoria de ‘grupo’. Nem as Igrejas nem ninguém poderia expressar sua oposição, por exemplo, ao ‘direito de orientação sexual’, aos ‘direitos reprodutivos’ ou á ‘interrupção voluntária da gravidez’, que não significam outra coisa que o homossexualismo, anticoncepção, esterilização e aborto”, concluiu o artigo.
Episcopado pede a todos os peruanos que assumam responsabilidade na crise nacional LIMA, 18
Fev. 04 (ACI).- A Conferência
Episcopal Peruana (CEP) publicou uma breve mensagem na qual pede aos
cidadãos que assumam sua responsabilidade pessoal para resolver
o difícil momento político, econômico e social que
atravessa o país. “O Peru vive, na atualidade, momentos de agitação, preocupação e descontentamento. Milhões de peruanos, especialmente os do setor mais pobre, se perguntam angustiados: Para onde vamos? Qual é nosso futuro? Poderemos viver em paz social, crescer em família com dignidade e garantir para nossos filhos um país de esperança?”, indica o documento. Neste sentido, explica que “a crescente deterioração político-social e a perda de valores morais geram confrontos internos, diferenças irreconciliáveis, cerração naqueles que têm a grave responsabilidade de conduzir os destinos de nossa nação”. Segundo os bispos, “esta grave responsabilidade recai sobre o poder Executivo, Legislativo e o poder Judiciário; mas também recai sobre toda ampla família que constituem os partidos políticos, sem esquecer o papel cada vez mais preponderante do meios de comunicação social”. Os prelados afirmam que “todos, sem exceção, fomos geradores desta delicada situação; todos temos nosso grau de responsabilidade. Por isso incumbe a todos realizar o grande esforço para encontrar o desenvolvimento baseado na justiça, na verdade e na solidariedade”. “Queremos e buscamos um País sem divisões, onde todos tenham igualdade de condições. Desejamos um Peru onde todos os peruanos, especialmente os mais pobres e vulneráveis, possam voltar a acreditar que este país, com suas fragilidades e limitações, pode ser um lugar onde vale a pena viver”, acrescentaram. O documento exortou os peruanos a participar ativamente da solução neste momento difícil. “Trabalhemos com generosidade e grandeza. O povo peruano saberá corresponder. Que Deus derrame sua benção sobre o Peru”, acrescentou.
Messori explica por que A Paixão é o melhor filme sobre Jesus Cristo na história MADRI, 18 Fev. 04 (ACI).- Em um artigo escrito para o jornal La Razón, o prestigiado jornalista italiano Vittorio Messori, relatou sua experiência com o filme A Paixão de Cristo, e afirma que este é o melhor filme sobre Jesus Cristo que já foi rodado, por sua “catolicidade radical” e os sinais providenciais que marcaram a rodagem. “O que Gibson buscava com ‘A Paixão’, ele conseguiu: agride”. Este é o título do artículo de Messori que assistiu uma projeção privada a convite de Mel Gibson e o produtor Steve McEveety, com uma dezena de personagens europeus que puderam ver a versão definitiva do filme recém chegado a Los Angeles. Segundo relata, a sala ficou em silêncio depois dos créditos finais e quando se acenderam as luzes. “Duas mulheres choram, silenciosamente; o monsenhor em clergyman que está a meu lado está palidíssimo, com os olhos fechados; o jovem secretário atormenta nervoso um rosário; um tímido, solitário começo de aplauso se apaga logo em seguida, envergonhado. Durante longos minutos ninguém se levanta, ninguém se move, ninguém fala”, acrescenta. Messori assegura que “o que nos anunciavam era certo: ‘The Passion of The Christ’ nos foi golpeado; o efeito que Gibson pretendia se realizou em nós, primeiros cobaias”. Sua experiência
foi desconcertante, depois de anos de acreditar que “sabia tudo”
sobre a Paixão, descobriu “que achava que sabia”
porque “tudo muda se aquelas palavras se traduzem em imagens que
conseguem transformá-las em carne e sangue, em arranhões
de amor e de ódio”. Messori repara logo nos sinais providenciais que ocorreram durante a rodagem: “conversões, libertações das drogas, reconciliações entre inimigos, abandono de laços adúlteros, aparições de personagens misteriosos, explosões de energia extraordinárias, figurantes que se ajoelhavam com a passagem do extraordinário Caviezel-Jesus, até dois relâmpagos, um dos quais alcançou a cruz, e que não feriu ninguém. E depois, casualidades lidas como sinais: a Virgem com o rosto da atriz judia de sobrenome Morgenstern, que – depois se deram conta- é, em alemão, a ‘Estrela da manhã’ da ladainha do Rosário”. Além disso, afirma que para Gibson o filme “é uma Missa: faça-se, portanto, em uma língua escura, como foi feita durante tantos séculos. Se a mente não compreende, melhor. O que importa é que o coração entenda que tudo o que aconteceu nos redime do pecado e nos abre as portas da salvação, como recorda a profecia de Isaías que se apresenta como prólogo de todo o filme”. No plano técnico, acrescenta Messori, “o filme é de altíssima qualidade. Pasolini, Rossellini, o próprio Zeffirelli, ficam reduzidos a parentes pobres e arcaicos: em Gibson há uma luz sábia, uma fotografia magistral, um vestuário extraordinário, cenografias desoladas e, quando é necessário, suntuosas; maquiagem de incrível eficácia, uns grandes profissionais, vigiados por um diretor que é também um ilustre colega”. Catolicidade radical O filme, explica, apresenta “uma fé em sua versão mais católica –com o beneplácito do Papa e de tantos Cardeais, incluindo Ratzinger- do qual ‘A Paixão’ é um manifesto cheio de símbolos, que só um olho competente é capaz de discernir de todo”. Para Messori, “a ‘catolicidade’ radical do filme reside principalmente na refutação de qualquer desmistificação, em tomar os Evangelhos como crônicas precisas: as coisas, nos diz, foram assim, como as Escrituras o descrevem. O catolicismo está no reconhecimento da divindade de Jesus que convive com sua plena humanidade”. E esta “catolicidade» radical”, afirma, também se dá “no aspecto ‘eucarístico’, reafirmado em sua materialidade: o sangue da Paixão está sempre unido ao vinho da Missa e a carne martirizada, ao pão consagrado. E está também no tom fortemente mariano: a Mãe e o Diabo são onipresentes, uma com sua dor silenciosa; o outro com sua complacência maligna”. Messori antecipa que “se para o martírio foram dedicadas duas horas, dois minutos para lembrar que não foi aquela a última palavra: da Sexta-feira Santa, à Ressurreição, que Gibson resolveu com uma leitura das palavras de São João, que eu também propus. Um ‘esvaziamento’ do sudário, deixando um sinal suficiente para ‘ver e crer’ que o réu triunfou sobre a morte”. Anti-semitismo? Messori termina seu artigo com um chamado de atenção. “Anti-semitismo ou antijudaísmo? Não brinquemos com palavras sérias demais. Visto o filme, acredito que têm razão os judeus americanos que admoestam seus correligionários a não condenar o filme antes de vê-lo”, afirma. “Fica claríssimo que o que pesa sobre Cristo e o reduz àquele estado, não é a culpa deste ou daquele, mas o pecado de todos os homens, sem excluir a nenhum”, acrescenta. “Não é por acaso judeu o João que segura a Mãe, não é judia a piedosa Verônica, não é judeu o impetuoso Simão de Cirene, não são judias as mulheres de Jerusalém que gritam seu desespero, não é judeu Pedro, que, perdoado, morrerá pelo Mestre?”. “Esta obra, diz Gibson, amargado por agressões preventivas, quer repropor a mensagem de um Deus que é Amor. E que Amor seria este se excluísse alguém?”, conclui Messori.
Bispos espanhóis pedem votar a favor da vida e da família em próximas eleições MADRI, 18 Fev. 04 (ACI).- Frente às eleições gerais de 14 de março, a Comissão Permanente da Conferência Episcopal Espanhola (CEE) publicou uma nota na qual convida a votar a favor de propostas que tutelem efetivamente o direito à vida, apóiem com decisão a família e rejeitem de maneira incondicional o terrorismo. Na nota intitulada “Votar, é um direito e um dever”, os bispos fazem um chamado a escolher “com lucidez e ponderando com senso crítico as propostas e as promessas”, esforçando-se “por conhecer a verdade das pessoas e dos programas”. Indicam também a “obrigação moral” dos candidatos e dos meios de comunicação de facilitar “o conhecimento da verdade dos programas e dos propósitos dos diferentes partidos”. No comunicado, a CEE pede aos votantes que considerem questões como a “tutela efetiva do direito à vida de cada ser humano desde sua concepção até sua morte” ao m mesmo tempo em que classifica como “atentados contra o direito à vida” “a produção de embriões humanos e, em particular, sua destinação premeditada à pesquisa que os mata; o aborto procurado, em qualquer de suas formas, e a eutanásia”. O Episcopado espanhol pede aos cidadãos que considerem o “apoio claro e decidido à família, fundada na união indiscutível de vida e amor de uma mulher e um homem, quer dizer, no verdadeiro matrimônio”. Sobre este assunto, os bispos chamam a atenção a expressões deste apoio tais como “uma legislação civil que não destorça a verdadeira identidade da família e do matrimônio, mas que a fortaleça e que favoreça sua estabilidade e sua convivência harmônica”. A Comissão Permanente pede em sua nota o apoio à “qualidade educativa em todos os centros de ensino e a garantia efetiva do direito dos pais a escolher a educação que desejam para seus filhos, garanta que exige um apoio justo aos centros de iniciativa social e a regulação satisfatória do ensino religioso escolar”. Os bispos mostraram também seu apoio a “políticas sociais e econômicas respeitosas e promotoras da dignidade das pessoas”, que favoreçam a livre iniciativa social, propiciem o trabalho para todos e a justa distribuição de renda, que prestem “especial atenção aos mais desfavorecidos” e que atendam à solidariedade de nosso país com os povos menos favorecidos. Além disso, a CEE pede atenção às “soluções para os desafios de convivência no mundo atual guiadas pela busca sincera da paz e baseadas no respeito ao direito, nacional e internacional, e na conseqüente reprovação incondicional ao terrorismo, bem como na promoção da compreensão e da solidariedade entre as culturas e os povos, especialmente, entre os diversos povos da Espanha”. Por último, ao indicar que votar também é um dever, os bispos declaram que “embora nenhuma das ofertas políticas seja tampouco plenamente conforme ao ideal evangélico, nem sequer com o ideal racional de uma ordem social cabalmente justa, entretanto, umas são mais outras menos. É necessário fazer um esforço e optar pelo bem possível”.
Salesianos receberão 430 vocações de jovens vietnamitas ROMA, 18 Fev. 04 (ACI).- Após sua recente visita ao Sri Lanka e Vietnã, o Conselheiro para a Formação Salesiana, Padre Francesco Cereda, informou que 430 jovens vietnamitas se unirão à Congregação neste ano. Segundo informou a agência Fides, o Pe. Cereda reuniu-se com os jovens em formação no Vietnã e com as equipes de formadores: 38 jovens em Cau Bon que se encontram no ano anterior ao ingresso no noviciado; 24 noviços em Ba Thon; 38 pós-noviços em Dalat; 34 estudantes de teologia em Xuan Hiep e uns 300 aspirantes entre 17 e 23 anos em Dalat e Saigon. Através do boletim de notícias salesiano ANS, o sacerdote ressaltou o grande amor que todos têm a São João Bosco, de quem admiram, sobretudo seu espírito missionário. A formação que se pede a estes jovens, explicou o presbítero, é exigente já que se deve comprovar que não estão movido apenas por um movimento emotivo momentâneo que se apaga com o tempo, mas que realmente em uma vocação missionária, que é a de entregar a própria vida a serviço do próximo pelas pegadas de Dom Bosco. Ao mesmo tempo, o Pe. Cereda expressou que viu os jovens muito livres e contentes, fato que aumenta as esperanças no desenvolvimento de seu caminho vocacional. Antes do Vietnã, o sacerdote salesiano dirigiu-se ao Sri Lanka onde se reuniu com noviços e aspirantes, e visitou também as escolas técnicas de Kandy e de Negombo e a obra de reabilitação desenvolvida por alguns irmãos salesianos em Uswetakeiyawa a favor dos jovens vitimas do turismo sexual. |