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NOTICIAS 16-06-03 Evangelizar em sintonia com os bispos, pede o Papa aos Franciscanos VATICANO – Ao receber na segunda-feira os participantes no capítulo geral da Ordem dos Frades Menores, celebrada em Assis (Itália) com seu novo Ministro geral, Pe. José Rodríguez Carballo, OFM; o Papa João Paulo II convidou os Franciscanos a impulsionar a nova evangelização em sintonia com os Bispos. O Pontífice disse que no inicio do terceiro milênio é muito necessária “a nova evangelização”: “Este compromisso missionário será frutífero –disse- na medida em que se desenvolva em sintonia com os legítimos pastores, aos quais o Senhor confiou a responsabilidade de sua grei”. “Neste sentido –acrescentou o Papa-, me alegro pelos esforços realizados para superar as dificuldades que existem há muito tempo em alguns territórios. Espero de todo coração que, graças à contribuição de todos, chegue-se a um pleno entendimento com a autoridade diocesana, como pediu meu venerado predecessor o Papa Paulo VI e que se faz indispensável para uma eficaz obra de evangelização”. “Tendei à santidade!", exclamou então o Santo Padre, ao indicar que esta “é uma verdadeira urgência pastoral para nosso tempo”, porque “para ajudar os demais a buscar a Deus acima de tudo, é necessário que sejais os primeiros a vos comprometer neste árduo ascetismo pessoal e comunitário, encontrando em vossa Regra e em vossas Constituições, ‘um itinerário de seguimento, caracterizado por um carisma específico reconhecido pela Igreja’”. O Papa manifestou finalmente o desejo de que os trabalhos do capítulo “contribuam para que cresça aquele espírito de escuta humilde de Deus e de adesão filial às diretivas dos pastores da Igreja, que deve caracterizar os frades menores. Que São Francisco e os santos protetores da Ordem vos assistam!”.
Porta-voz da Conferência Episcopal dos EUA se desculpa com Gibson por comentários sobre Passion WASHINGTON DC – O porta-voz da Conferência de Bispos Católicos dos Estados Unidos (USCCB), Mark E. Chopko, pediu desculpas à produtora Icon de Mel Gibson, por uma série de comentários que circulou em torno ao filme The Passion e distanciou-se dos “assessores externos” do organismo que, utilizando um rascunho do roteiro subtraído ilegalmente da empresa, lançam uma feroz campanha de acusações contra o filme. Em um comunicado à imprensa que a Icon enviou a ACI Prensa, a empresa anunciou que entrou em acordo com a USCCB “resolvendo a disputa sobre uma cópia não autorizada do roteiro de pré-produção de The Passion", filme que apresenta as últimas doze horas da vida de Jesus. Com efeito, a Icon soube no fim de março que um rascunho do roteiro foi subtraído por um indivíduo “referido somente como ‘nossa garganta profunda’” e começou a circular sem permissão da produtora, entre os membros de uma comissão inter-religiosa ad-hoc composto por intelectuais judeus e católicos que dá assessoria externa ao Comitê Episcopal de Ecumenismo e Diálogo Inter-religioso e a conhecida Liga Anti Difamação (ADL) judaica. Imediatamente, a Icon entrou em contato com a USCCB e a ADL, para pedir a devolução das cópias ilegais e que se evitem especulações sobre o filme que deve ser exibido no primeiro semestre de 2004. Segundo a Icon, o grupo de intelectuais, articulado através do correio eletrônico e a Internet, “tratou de ler o roteiro confidencial para pedir (com um informe) revisões do filme que estejam em conformidade com suas idéias sobre a história e a teologia. Certos membros do grupo chegaram a criticar o roteiro com artigos publicados em jornais como Los Angeles Times e New York Times”. A produtora informou que no acordo, a USCCB comprometeu-se a recuperar as cópias ilegais do roteiro que circulam no grupo e devolvê-las à Icon, enquanto a empresa continua sua conversação com a ADL para chegar à mesma resolução. Desculpas da Conferência "Lamentamos que tenha ocorrido esta situação e pedimos nossas desculpas”, assegurou Chopko, falando como assessor geral da USCCB. "Já aconselhei o grupo de intelectuais a não considerar o rascunho do roteiro como representativo do filme e que este não seja sujeito de comentário público algum. Quando o filme estrear, a USCCB oferecerá um comentário”, acrescentou. Em uma nota do Departamento de Comunicações da USCCB, o Comitê Episcopal de Ecumenismo e Diálogo Inter-religioso quis se distanciar dos fatos e disse que nem este, “nem algum outro comitê da Conferência de Bispos Católicos dos Estados Unidos, criou esse grupo, autorizou, revisou nem aprovou o informe escrito por seus membros” e afirma que apenas soube que os intelectuais queriam oferecer comentário para a “consideração particular” dos produtores… mas as acusações de “anti-semitismo” contra Gibson e a Icon percorreram todo o país. Embora tenha esclarecido que não teve acesso ao rascunho do roteiro,o Comitê considerou “oportuno” publicar um folheto intitulado “Critérios para Avaliar as Dramatizações da Paixão” devido “à importância e sensibilidade do tema” no qual lembra aos católicos que “a correta apresentação do relato do Evangelho sobre a paixão e morte de Jesus não se apóia no anti-semitismo”. Gibson Fala Em meio à polêmica, Gibson –como diretor do filme- esclareceu que nem ele nem seu filme são anti-semitas e disse que “o anti-semitismo não somente é contrário às minhas crenças pessoais como também é contrário à mensagem do meu filme”. “Se submetessem meus 25 anos de vida pública a um intenso escrutínio e se revelasse que persegui ou discriminei alguém me baseando na raça ou credo, estarei disposto a me corrigir. Mas não existe tal recorde”, afirmou. "Não odeio as pessoas, e certamente não odeio os judeus”, acrescentou Gibson e precisou que "eles são meus amigos e sócios, tanto em meu trabalho como em minha vida social. Afortunadamente, as amizades queridas cultivadas em décadas não se abalam facilmente por insinuações nauseabundas”. Segundo Gibson, “'The Passion' é um filme feito para inspirar, não ofender”. “Minha intenção ao levá-la às telas é criar uma obra de arte que fique e motive a reflexão nas audiências de diversos credos ou de nenhum, aos que a história lhes seja familiar. Aos que estão preocupados com o conteúdo do filme, saibam que é conforme ao que os quatro Evangelhos do Novo Testamento nos contam sobre a paixão e morte de Cristo. Este é um filme sobre fé, esperança, amor e perdão, tão necessários nestes tempos turbulentos”. Em declarações ao NY Daily News, Gibson também disse que “o elenco e a equipe está composta por gente da Romênia, Algéria, Tunísia Bulgária, Israel, Itália, Estados Unidos e outros países”. "Temos muçulmanos, judeus, cristãos, budistas e até agnósticos e todos trabalham em perfeita harmonia. Todos estão tirando algo disto. Deveriam nos deixar administrar as Nações Unidas”, disse Gibson Por
sua vez, o produtor Steve McEveety assegurou que “respeitamos os
direitos de todos de opinar sobre o filme. Porém, ninguém tem o
direito de criticar publicamente um filme que não foi terminado
e basear sua crítica em uma versão caduca do roteiro que foi
obtida ilegalmente”.
Quem está por detrás dos ataques ao filme “The Passion” LOS ÁNGELES – Os recentes esclarecimentos e desculpas em torno ao filme “The Passion” de Mel Gibson evidenciaram quais são os grupos que sistematicamente vinham difamando o filme e por quê: os sectores “ultra” da organização judaica “Anti Difamation League” (Liga Anti Difamação -ADL) e o círculo de intelectuais do polêmico grupo “Jesus Seminar”. Após a recente desculpa do episcopado norte-americano e as declarações de Mel Gibson sobre a natureza de seu filme, a agência de tendência conservadora NewsMax revelou que um comitê de “intelectuais” católicos e judeus que assessoram tanto o episcopado norte-americano como a ADL confirmaram que haviam recebido uma cópia ilegal do roteiro através de um “garganta profunda”. “O que se veio a saber é que os ‘intelectuais’ que criticaram o filme estão trabalhando fervorosamente em reescrever o Novo Testamento”, diz a NewsMax, indicando o polêmico “Jesus Seminar”; e acrescenta que “estes intelectuais afirmam que os autores do Evangelho –Mateus, Marcos, Lucas e João-, escreveram seus textos para cair nas graças das autoridades romanas que governavam o mundo conhecido de então”. Segundo a NewsMax, estes intelectuais “ se incomodam com o apego de Gibson ao texto original” dos Evangelhos. Com efeito, depois de ruminar o projeto durante 10 anos, Mel Gibson revelou que decidiu escrever o roteiro de “The Passion” com o roteirista Benedict Fitzgerald inspirando-se estritamente nos Evangelhos de Mateus, Marcos, Lucas e João. Além disso, Gibson inspirou-se em um velho livro que encontrou em sua biblioteca, a “Dolorosa Paixão da Venerável Anne Katherine Emmerich, uma religiosa de Santo Agostinho de origem alemã que ao parecer teve visões místicas e que descreve o drama da paixão do Senhor com comovente realismo. Outra das fontes utilizadas para as filmagens, por exemplo, para a complexa maquiagem do ator Jim Caviezel -que levou entre quatro e sete horas para refletir o drama da Paixão-, foi o Manto de Turim. Para os setores “ultras” da ADL, todas estas fontes, incluindo os Evangelhos são por si mesmas “anti-semitas” e devem portanto ser barradas antes mesmo que o filme venha às telas. Estes setores da Anti Defamation League que criticam “The Passion” são os mesmos que lançaram a campanha mundial de desprestígio contra o Papa Pio XII e contra a Igreja em geral, acusando-a de “promover o anti-semitismo”. Entretanto, a quem mais irritou esta visão da Paixão apegada aos Evangelhos e à tradição cristã foram os membros do polêmico “Jesus Seminar”. As obsessões do “Jesus Seminar” O Jesus Seminar é uma auto nomeada equipe de “intelectuais” biblistas que se dedicaram a reler os Evangelhos a partir de um sistema subjetivo de especulações racionalistas e de votações entre seus membros, com o qual dizem determinar a “veracidade” dos Evangelhos, separando-a do que consideram “lenda”. Segundo o Jesus Seminar, menos de 20% do que dizem os Evangelhos é certo, e por exemplo, da totalidade do Pai Nosso, somente a invocação “Pai Nosso”, proveio de Jesus, todo o resto teria sido “inventado” por seus discípulos ou pela comunidade primitiva. Na realidade, somente 14 dos 74 integrantes do Jesus Seminar são biblistas, como é o caso de John Dominic Crossan e Marcus Borg; e muitos dos outros membros são absolutos desconhecidos, ou intelectuais de extração notoriamente anti-religiosa provenientes em sua maioria das universidades norte-americanas de Harvard, Claremont e Vanderbilt. Um dos membros do Jesus Seminar é o cineasta de origem holandesa Paul Verhoeven, diretor de filmes de violência como “Robocop” e “Total Recall”, assim como de filmes de pornografia leve como “Showgirls”. Verhoeven, que se descreve como “de criação católica”, declarou recentemente que, quando criança acreditava que Jesus tinha ido até a cruz “medindo cada um de seus passos, plenamente consciente de para onde estava caminhando”. Entretanto, depois de ter lido “vários relatos”, Verhoeven diz estar convencido de que a Paixão não foi um ato deliberado de Jesus, “mas uma série de erros cometidos pelas três partes: os romanos, os judeus e o próprio Jesus”. “O Jesus Seminar a descreve mais precisamente como um ‘acidente de percurso’”, diz Verhoeven. Por este motivo, tanto para Verhoeven como para os membros do “Jesus Seminar”, alguns dos quais estão envolvidos nos comentários negativos contra o filme dirigido por Gibson, “The Passion”, com seu realismo e sua fidelidade aos textos bíblicos, criaria uma corrente de opinião favorável à leitura fiel das Sagradas Escrituras. E portanto, contraria aos que acreditam que a Bíblia seja a “criação tardia” de uma imaginária “comunidade primitiva”.
Bispos colombianos pedem às FARC que respondam à proposta de diálogo BOGOTÁ – Neste fim de semana os bispos colombianos, junto com a Comissão Facilitadora de Paz, exortaram a guerrilha das FARC a que responda publicamente ao clamor nacional de uma proposta negociada para o fim do conflito armado. O secretário da Conferência Episcopal e porta-voz da comissão de paz, Padre Dario Echeverry, depois de se reunir com o Comissário de Paz, Luis Carlos Restrepo, afirmou que se faz necessário retomar os contatos com essa organização para conhecer seus autenticamente seus propósitos em matéria de paz. Não obstante, no marco da reunião, tratou-se o tema dos contatos que essa comissão conseguiu também com o grupo guerrilheiro ELN em busca do mesmo objetivo.
Arcebispo adverte sobre “excesso de libertinagem” em viagens escolares BUENOS AIRES – Em sua reflexão semanal no programa televisivo “Chaves para um Mundo Melhor”, o Arcebispo de La Plata, Dom. Héctor Aguer, questionou as tradicionais “viagens de formatura” e pediu que analisassem o tema pois os pais e os colégios “muitas vezes, a grande maioria, lavam as mãos”. O Prelado explicou que os jovens escolares “vão a dois mil quilômetros de distância para levar a mesma vida que levam na sexta, no sábado ou no domingo. E muitas vezes com excesso de libertinagem como vemos quando saem nos jornais”; e acrescentou que “isso ocorre, quase sempre, pela frivolidade dos pais ou sua cumplicidade porque os pais de ser pais são comparsas ou amiguinhos dos filhos. Então todo o processo educativo torna-se falido”. “O que me preocupa não é que os jovens vão ou não à Bariloche mas que vão fazer o que corresponde. Que esse seja uma verdadeira viagem de formatura de estudo e encontro. E de estudo não significa uma viagem de aborrecimento. Que vão uma noite dançar não me parece mal mas que também aproveitem a semana como corresponde”, afirmou o Arcebispo. “E os colégios? –continuou Dom Aguer–; a viagem de formatura torna-se uma atividade paralela da qual o colégio não quer nem se entender nem se interar. No melhor dos casos, o colégio, tenta uma mediação para moderar as coisas. E estou falando de nossos colégios, de nossos colégios católicos”. “Pois isto deve ser mudado. Acredito que nossas instituições educativas têm que tomar as rédeas da situação e propor desde onde vamos, desde o começo do primeiro ano que o aluno está no colégio. Propor-lhes concretamente a viagem de formatura como uma viagem de estudo, que faça parte e coroe o itinerário formativo que foi ali levado. E que os pais assinem esse compromisso e o cumpram. Porque também a brincadeira, a diversão e o dispersão orientados educam e formam e, principalmente, elevam a alma e não a arruínam”, concluiu o Prelado.
Não podemos continuar tolerando mais mortes, denuncia Cardeal Terrazas LA PAZ – Durante sua homilia dominical, o Arcebispo de Santa Cruz de la Sierra, Cardeal Julio Terrazas, condenou os atos violentos ocorridos recentemente em Chapare e ressaltou que “não podemos continuar tolerando mais mortes”. “As pessoas morrem e ninguém é culpado, as mortes não são por azar, não são casualidade, algum criminosos colocou ali um ‘pega-bobo’ somente para truncar a vida de nossos jovens”, afirmou o Purpurado e acrescentou que “nosso Deus perdoa, mas perdoa se reconhecemos, se dizemos”. Por sua vez, investigadores da Polícia estabeleceram ontem a presença de pessoal com “capacitação especial” para a fabricação de explosivos caseiros no trópico de Cochabamba, após determinar que o “canhão metralha” que matou dois e feriu outros sete inscritos das Forças de Tarefa Conjunta (FTC) requer de técnicas especiais. “Não é o mesmo que construir um pega-bobos. Este tipo de arma é de fabricação caseira, mas requer mais perícia”, acrescentou um especialista das FTC.
Card. Rivera pede aos partidos políticos que trabalhem “a serviço da nação” MEXICO DF – Em um artigo intitulado “Desafio dos partidos políticos”, o Arcebispo Primaz do México, Cardeal Norberto Rivera Carrera, reafirmou seu pedido aos grupos políticos que mostrem uma autêntica “disposição e esforço para colaborar com um projeto a serviço da nação”. No documento –distribuído pelos porta-vozes da Arquidiocese do México durante a Missa dominical na Catedral Metropolitana– o Cardeal afirmou que “não parecem suficientes até agora a disposição e o esforço dos partidos para colaborar com um projeto solidário, plural e inclusivo que responda aos desafios da cultura contemporânea”. “Os partidos políticos não são os únicos responsáveis pela construção do país, mas também as igrejas”, explicou o Purpurado e precisou que em um país com tanta pobreza não pode continuar aumentando o orçamento para as eleições. “Os maiores esforços parecem reduzir-se ao âmbito dos interesses partidaristas”, acrescentou. Não obstante, o Cardeal pronunciou-se a favor de criar uma regulamentação que freie a prática de tornar os novos partidos políticos “bons negócios de família, com lucros adicionais pelo uso legal dos recursos”. Além disso, questionou a credibilidade dos candidatos que mudam de partido e de programas por não ter sido selecionados no grupo onde militavam; e afirmou que “as convicções que mudam a vida de um país não são como as etiquetas que podem ser colocadas em uma camiseta ou em outra, sem a menor crise de consciência”.
Guatemaltecos rezam milhões de rosários pela paz do mundo GUATEMALA – São já 3,7 milhões de rosários que os católicos guatemaltecos rezam pela paz do mundo desde que foi lançada uma campanha de oração em nível nacional em março passado. Em três meses, os fiéis guatemaltecos terminaram os mil cupões que um grupo de leigos distribuiu em várias dioceses para comprometer a oração dos rosários pela paz. Para o aniversário do Papa João Paulo II, no dia 18 de maio, chegou até o Vaticano uma caixa de 15 quilos, com os cupões que somavam 2,7 milhões de rosários rezados e oferecidos como presente ao Pontífice. Segundo os organizadores, desde essa data, o número de orações cresceu em um milhão e continua aumentando. A campanha terminará no dia 8 de dezembro próximo.
Lançam programa gratuito para rezar o Rosário “on-line” MADRI – Neste fim de semana foi anunciado o lançamento do site http://www.elsantorosario.info, que oferece um programa multimídia gratuito para rezar o Santo Rosário “on-line” no idioma espanhol. O programa permite escutar a oração e combiná-la com texto e imagens alusivas aos diversos mistérios. Segundo os responsáveis, o programa “pode ser copiado para oferecê-lo a partir de qualquer web, distribuído, modificado ou mostrar um link do domínio, sem nenhuma restrição”. A iniciativa “é um esforço de um grupo de programadores católicos para que esta tão bela oração se expanda o máximo possível” acrescentaram.
Um em cada quatro conventos femininos do mundo está na Espanha MADRI – Neste domingo a Espanha celebrou a Jornada Pro Orantibus, que tem como objetivo recordar e fomentar a vida monástica na Espanha, país que tem um quarto do número total de conventos femininos do mundo. Segundo informou a Comissão Episcopal de Vida Consagrada da Conferência Episcopal Espanhola, dos quase 3.600 conventos femininos no planeta, 911 encontram-se na Espanha; e são ocupados por 13 mil freiras, cerca de 350 noviças e 200 aspirantes. Os monges são muito menos numerosos, embora proporcionalmente possuam mais vocações novas: existem 38 mosteiros masculinos pertencentes a 13 institutos monásticos com mais de um milhar de monges e cerca de uma centena de noviços. “Os consagrados contemplativos têm uma particular e indispensável missão tanto na comunidade cristã como na sociedade: testemunhar a Beleza, a Verdade e a Bondade de Deus Trindade, sendo uma parábola vivente, um reclamo onde Deus continue sendo anunciado como o abraço misericordioso que Ele tende às perguntas do coração do homem”, afirmaram fontes do Episcopado. entretanto –acrescentam–, a vida monástica tem sofrido um leve retrocesso nos últimos anos. Em 1994, havia na Espanha 936 conventos femininos, número que reduziu para 929 em 1998; 918 em 2000 e para 911 na atualidade. Os masculinos passaram de 39 em 1994 para 44 em 1998 e voltaram a cair para 38 na atualidade. Por diocese, as que possuem mais conventos femininos são Toledo e Valência, com 42, seguidos de Sevilha, com 40, Madri, com 35, e Burgos, com 31. À respeito das ordens monásticas masculinas, existem 13 na Espanha, entre os quais se destacam os beneditinos, camaldulenses, cartujos, cistercienses e jerônimos. Entre as femininas, as ordens mais numerosas são as agustinas, beneditinas, carmelitas, clarissas, dominicanas, salesianas e franciscanas. |