Ou em 2Pedro1,1:
" Simão
Pedro, servo e apóstolo de Jesus Cristo, àqueles
que, pela justiça do nosso Deus e do Salvador
Jesus Cristo, alcançaram por partilha uma fé
tão preciosa como a nossa ".
E fora dos
evangelhos há os textos de Padres da Igreja muito
anteriores a Nicéia:
"Pois
nosso Deus, Jesus Cristo, foi, segundo o desígnio
de Deus, concebido no ventre de Maria, da estirpe de
Davi, mas pela ação do Espírito
Santo" [Carta aos Efésios de Santo Inácio
do Antioquia, c.35-C.107 d.C].
"Se
tivesse entendido o escrito pelos profetas, não
teria negado que Ele [Jesus] era Deus, Filho do único,
incriado, insuperável Deus" [Diálogo
com o Trifón, São Justino Mártir,
c.100-C.165 d.C].
"Ele
[Jesus Cristo] é o santo Senhor, o Maravilhoso,
o Conselheiro, o Formoso na aparência, e o Poderoso
Deus, vindo sobre as nuvens como juiz de todos os homens"
[Contra os hereges, livro 3, São Irineu de Lyon,
C. 130 -200 d.C].
"Só
Ele [Jesus] é tanto Deus como Homem, e a fonte
de todas as nossas coisas boas" [Exortação
aos gregos, de São Clemente de Alexandria, 190
d.C].
"Só
Deus está sem pecado. O único homem sem
pecado é Cristo, porque Cristo também
é Deus" [A alma 41:3, pelo Tertuliano, ano
210 d.C].
"Embora
[o Filho] fosse Deus, tomou carne; e tendo sido feito
homem, permaneceu como era: Deus" [As doutrinas
fundamentais 1:0:4; por Orígenes, c.185-C.254
D.C.].
Estas citações
-e muitas outras- demonstram que os cristãos
tinham como clara a divindade de Cristo muito antes
de Nicéia. De fato, em Nicéia o debate
era sobre os ensinamentos de Ário, um sacerdote
herético da Alexandria que em 319 ensinava que
Jesus não era Deus, mas um deus menor. De 250
bispos, só dois votaram a favor da postura de
Ário, enquanto que o resto afirmou o que hoje
se recita no Credo, que o Filho de Deus foi gerado,
não criado e que é da mesma natureza (substância,
homoousios¹) que o Pai. Ou seja, que Deus Filho
é Deus, igual a Deus Pai, também Deus;
são um mesmo Deus, porém em distintas
Pessoas. Em que pese esta unanimidade dos padres conciliares,
o historiador Teabing na novela diz que Cristo foi "designado
Deus" por uma estreita margem de votos!
Um
historiador que não sabe história
Teabing também
diz uma série de coisas sobre como o cristianismo
inventado por Constantino não era mais que paganismo.
"Nada no Cristianismo é original",
diz o personagem. Escrevemos sublinhadas as afirmações
do Código da Vinci e a seguir comentamos cada
uma.
- Os discos
solares egípcios se converteram em halos (auréolas)
de Santos católicos.
A arte cristã
tem que expressar conceitos bíblicos, como as
caras luminosas de Moisés (no Sinai) e Jesus
(na Transfiguração).
Para isso,
usam um recurso comum, os halos ou nimbos que já
usavam a arte grega e a romana. Os imperadores romanos,
por exemplo, aparecem nas moedas com cabeças
radiantes.
- Os pictogramas
de Isis amamentando o milagroso bebê Horus foram
o modelo para as imagens da Virgem Maria com o Menino
Jesus.
A imagem
de uma mãe amamentando é comum nos egípcios,
nos romanos, astecas ou qualquer outra cultura que represente
a maternidade. Isis, nos primeiros séculos de
nossa era, já não era uma deusa popular
da agricultura egípcia, e sim um culto enigmático
de tipo iniciátório para elites greco-romanas,
culto que, por certo, não incluía rituais
sexuais que tanto agradam ao autor. Os artistas cristãos,
na hora de representar Maria junto a Jesus (uma mãe
com um menino), usaram os modelos artísticos
da sociedade da qual faziam parte.
-"A
mitra, o altar, a doxologia e a comunhão, o ato
de comer Deus, foram tomados diretamente de religiões
enigmáticas pagãs anteriores.”
A mitra dos
bispos dificilmente pode estar inspirada em religiões
enigmáticas antigas: não aparece no Ocidente
até meados do século X, e no Oriente não
se usa até a queda de Constantinopla, em 1453.
O altar é
–como o próprio cristianismo– de
origem judia, não pagã. Há 300
referências a altares no Antigo Testamento. O
altar dos sacrifícios do Templo de Jerusalém
é o ponto de referência do judaísmo
antigo e do simbolismo cristão. Nada a ver com
cultos pagãos.
A Doxologia
(doxa=glória; logos=palavra) não é
mais do que a oração do Glória:
"Glória a Deus nas alturas e na terra paz
aos homens; louvamos-Te, bendizemos-Te, adoramos-Te."
Usa, pois, linguagem puramente cristã, com conceitos
trinitários, e utilizando continuamente passagens
do Novo Testamento. Nada a ver com cultos enigmáticos
pagãos.
A comunhão
e "comer Deus": parece que nos níveis
superiores do culto a Mithras existia uma ceia sagrada
de pão e água ou pão e vinho. Não
há dados que indiquem que os mitraístas
considerassem que nessa ceia "comiam um deus"
nem nada similar. De novo, a origem de benzer e compartilhar
o pão é judia, como explica com detalhe
Jean Danielou em sua obra, A Bíblia e a liturgia.
Parece que Jesus instituiu a Eucaristia cristã
durante uma chabourá, uma refeição
sagrada judia. Não há relação
com cultos enigmáticos pagãos.
- O domingo,
dia sagrado cristão, foi roubado aos pagãos
Falso. Desde
o começo, os cristãos viram o dia depois
do Sabbath, quer dizer, o primeiro dia de cada semana,
como o mais importante, dia de sua reunião. Já
o faziam em época de São Paulo (ver At
20,7: " no primeiro dia da semana, estando nós
reunidos para partir o pão", ou 1 Cor 16,2,
quando Paulo pede para reunirem as coletas e dízimos
no primeiro dia da semana). Danielou, em A Bíblia
e a Liturgia, dedica todo o seu capítulo 16 a
falar do "Oitavo dia", com citações
de Inácio de Antioquia, da Epístola de
Barnabé, da Didaqué, todos autores de
fins do século I e princípios do séc.
II Todos falam do "dies domenica" (dia do
Senhor). São Justino, por volta de 150 d.C. é
o primeiro cristão a usar o nome latino de dia
do Sol para referir-se ao primeiro dia da semana.
Já
no concílio de bispos hispânicos de Elvira,
em 303 d.C. se proclamou: "se alguém na
cidade não vem à igreja três domingos
seguidos será excomungado por um tempo curto,
para que se corrija". Só 20 anos depois,
em 321, Constantino declara oficialmente o domingo como
dia de descanso e abstenção do trabalho.
Ou seja, o domingo é um "invento" cristão,
posteriormente adotado pela sociedade civil, e não
uma festa pagã roubada por cristãos, justamente
o contrário do que diz a novela de Brown.
-Também
ao deus hindu Krishna, recém-nascido, são
oferecidos ouro, incenso e mirra
Extraído,
ao que parece, do livro pseudo-histórico The
World's Sixteen Crucified Saviours, [Os 16 salvadores
do mundo crucificados] escrito por Kersey Graves, em
1875, e rejeitado inclusive por ateus e agnósticos,
embora muito popular e copiado na Internet. Graves não
fornece nenhuma documentação de suas afirmações.
A menção a ouro, incenso e mirra parece
simplesmente uma invenção. Na literatura
hindu isto não se encontra em nenhum lugar. O
Bhagavad-Gita (séc. I d.C.) não menciona
a infância da Krishna. Nas histórias sobre
o Krishna menino de Harivamsa Purana (c.300 d.C) e de
Bhagavata Purana (c.800-900.dC.) tampouco estão
presentes.
- O deus
Mithras, nascido em 25 de dezembro como Osíris,
Adonis e Dionisios, com os títulos "Filho
de Deus" e "Luz do Mundo", enterrado
na rocha e ressuscitado 3 dias depois, inspiraram muitos
elementos do culto cristão.
Na realidade,
a festa pagã de 25 de dezembro em Roma foi criada
pelo imperador Aurélio em 274, muitos anos após
os cristãos latinos terem celebrado 25 de dezembro
como data do nascimento de Cristo.
Embora na
novela falem de Mithras como um deus "morto, enterrado
na rocha e ressuscitado três dias depois",
esta afirmação não está
presente em nenhum texto nem tradição
antiga acerca de Mithras. Ao que parece é outro
dos empréstimos tirados do panfleto de Kersey
Graves, em concreto do capítulo 19 do The World's
Sixteen Crucified Saviours. É obvio que Graves
não fornece documentação.
Gnosticismo
a serviço do feminismo radical
Por que o
mundo vai tão mal, há guerras, violência
e contaminação? A resposta do feminismo
radical e do Código da Vinci é singela:
a culpa é do cristianismo, que é machista:
"Constantino
e seus sucessores masculinos converteram com êxito
o mundo do paganismo matriarcal até a Cristandade
patriarcal mediante uma campanha de propaganda que demonizou
o sagrado feminino, eliminando a deusa da religião
moderna”. Como conseqüência, "a
Mãe Terra se converteu em um mundo de homens,
e os deuses da destruição e da guerra
impõem seu ônus. O ego masculino mantém-se
há dois milênios sem equilibrar-se com
sua balança feminina. Uma instabilidade marcada
por guerras, alimentadas com testosterona, numa situação
excessivamente indesejável de sociedades misóginas
e de uma crescente falta de respeito pela Mãe
Terra”.
Isto seria
evitado se fosse seguido o "cristianismo"
gnóstico, conforme alguns grupos e tendências
que consideravam o divino como masculino-feminino, em
relações harmônicas, inclusive andróginas.
Jesus -segundo os gnósticos do séc. II
e os newagers feministas do séc. XX- necessita
de um oposto feminino que lhe complete; sua consorte
seria Maria Madalena. Documentos que o sustentam: os
evangelhos apócrifos, textos gnósticos
imaginativos sem base histórica.
Enquanto
os evangelhos canônicos são do séc.
I, nenhum texto gnóstico é anterior ao
séc. II. Muitos são do séc. III,
IV ou V. Em meados do séc. II a Igreja já
tinha claro que os evangelhos de Mateus, Marcos, Lucas
e João eram os inspirados pelo Espírito
Santo, e só duvidava no cânon de dois ou
três textos. É falsa a idéia da
novela de que em 325, com Constantino, dentre "mais
de 80 evangelhos considerados para o Novo Testamento",
só foram escolhidos quatro. Estes quatro já
estavam selecionados há mais de 200 anos, como
lemos nos textos do Justino Mártir (150 d.C)
e de Santo Irineu.
No Código
da Vinci há material de muitos tipos: new age,
ocultismo, teorias conspiratórias, neopagãos,
wiccas, astrologia, empréstimos orientais e ameríndios.
Uma salada de fruta cuja base é o coquetel gnóstico-feminista.
Há pouca pesquisa verdadeira sobre o Santo Graal,
mas muito furto.
Desse modo,
nos cita um texto que de fato existe, o Evangelho de
Maria Madalena, uma obra gnóstica tardia, escrita
por autores de uma seita gnóstica, de fora do
cristianismo. Nele, Maria beija na boca de Jesus e isso
causa a inveja dos apóstolos. Segundo Teabing,
o historiador da novela, "Jesus era o primeiro
feminista. Pretendia que o futuro de sua igreja estivesse
em mãos de Maria Madalena".
O que ninguém
cita é o versículo 114 do famoso texto
gnóstico Evangelho de Tomé, onde Jesus
diz que Ele fará de Maria Madalena "um espírito
vivente que se pareça com vocês, varões.
Porque cada mulher que se faça a si mesmo varão
entrará no reino dos céus". O gnosticismo
antigo é reciclado por antagonistas da Igreja
atual, mas para isso necessitam rechaçar alguns
aspectos do gnosticismo antigo, que na realidade era
machista, elitista, desprezava o corpo e todo o material
e é difícil de vender como "o autêntico
cristianismo".
Assim, o
entusiasmo do autor pelos "ritos de fertilidade",
que tanto admiram -e praticam- os protagonistas, não
tem nada a ver com a fertilidade, obviamente, e sim
com o prazer sexual.. É um sinal dos tempos,
mas também uma pura herança gnóstica:
gerar, dar vida a novos corpos é mau. Justo o
contrário do que prega o cristianismo! Sexo sem
concepção. Pode-se supor que a próxima
novela trate de clonagem, quer dizer, de concepção
sem sexo.
Outros
muitos enganos
Sandra Miesel,
uma jornalista católica especializada em literatura
moderna popular, não pôde deixar de fazer
uma lista da miscelânea de erros do livro, como,
por exemplo, com relação a sua "impecável"
documentação.
a. Diz-se
que o planeta Vênus se move desenhando um pentagrama,
o chamado "pentagrama do Ishtar", simbolizando
a deusa (Ishtar é Astarté ou Afrodite).
Ao contrário do que diz o livro, a figura não
é perfeita e não tem nada a ver com as
Olimpíadas. As Olimpíadas são celebradas
a cada quatro anos e em honra de Zeus, nada a ver com
os ciclos de Vênus nem com a deusa Afrodite.
b. O novelista
diz que os cinco anéis das olimpíadas
são um símbolo secreto da deusa; a realidade
é que quando se organizaram as primeiras olimpíadas
modernas o plano era começar com um e ir acrescentando
um anel em cada edição, mas ficaram em
cinco.
c. Na novela
apresentam-se a larga nave e o vão central de
uma catedral como um tributo secreto ao ventre feminino,
com as nervuras como pregas sexuais, etc. Isto foi tirado
do livro de pseudo-história “The Templar
Revelation”, onde se afirma que os templários
criaram as catedrais. É obvio que é falso:
as catedrais foram encarregadas pelos bispos e seus
cônegos, não aos templários. O modelo
das catedrais era a igreja do Santo Sepulcro ou as antigas
basílicas romanas, edifícios retangulares
de uso civil.
d. O Priorado
de Sion realmente existe, é uma associação
francesa registrada desde 1956, possivelmente originada
depois da II Guerra Mundial, embora clamem ser herdeiros
de maçons, templários, egípcios,
etc. É incrível a lista de Grandes Mestres
fornecida pela novela: Leonardo Da Vinci, Isaac Newton,
Victor Hugo.
e. A novela
diz que o tetragramaton YHWH, o nome de Deus em hebraico,
vem de Jehová, uma união física
andrógina entre o masculino Jah e o nome pré-hebreu
de Eva, Havah". Ao que parece, ninguém explicou
a Brown que YHWH (que hoje sabemos que se pronuncia
Iahwé) começou a pronunciar-se "Jeová"
na Idade Média ao interpolar-se entre as consoantes
as vogais de "Adonai".
f. As cartas
do tarot não ensinam doutrina da deusa; foram
inventadas para jogos de azar no séc..XV e não
adquiriram associações esotéricas
até finais do séc. XVIII. A idéia
de que os diamantes do baralho francês representam
pentáculos é uma invenção
do ocultista britânico A.E. Waite. O que dirão
os esotéricos do baralho espanhol com suas copas
-símbolos sexuais femininos- e suas espadas -símbolos
fálicos, possivelmente como os paus-?
g. O Papa
Clemente V não eliminou os templários
em um plano maquiavélico nem jogou suas cinzas
no Tíber, que está em Roma. Pois Clemente
V foi o primeiro papa em Avignon. Toda a iniciativa
contra os templários foi do rei francês
Felipe, o Formoso. Maçons, nazistas e agora os
neognósticos querem ser os herdeiros dos templários.
h. Mona Lisa
não representa um ser andrógino, mas a
Madonna Lisa, esposa de Francesco de Bartolomeu do Giocondo.
Mona Lisa não é um anagrama dos deuses
egípcios Amón e ISA (Isis).
i. Na Último
Última Ceia de Leonardo, não aparece o
cálice e aparece o jovem e elegante São
João, o discípulo amado. A novela diz
que o jovem bonito na realidade é Maria Madalena,
que ela é o Graal. A verdade é que não
aparece o cálice porque o quadro está
descrevendo a Última Ceia tal como descrita no
Evangelho de São João, sem a instituição
da Eucaristia, mais concretamente quando Jesus avisa
que "um de vós me trairá" (João
13,21).
j. A novela
fala que Leonardo recebeu muitos encargos da Igreja
e "centenas de lucrativas comissões vaticanas".
Na realidade Leonardo passou pouco tempo em Roma e apenas
lhe deram algum encargo.
k. A novela
apresenta o Leonardo como um homossexual ostentoso.
Na realidade, embora em sua juventude tenha sido acusado
de sodomia, sua orientação sexual não
está de todo clara.
l. A heroína,
Sophie Neveu, usa o quadro de Leonardo “A Madonna
das Rochas” como um escudo e o aperta tanto a
seu corpo que se dobra: é assombroso, porque
se trata de uma pintura sobre madeira, não sobre
tecido, e de quase dois metros de altura.
m. Segundo
os protagonistas da novela, "durante trezentos
anos a Igreja queimou na estaca a assombrosa cifra de
cinco milhões de mulheres". Esta é
uma cifra repetida na literatura neopagã, como
a da wiccas, da new age e a do feminismo radical, embora
em outras webs e textos de bruxaria atual se fale de
9 milhões. Os neopagãos necessitam de
uma "shoah" própria.
Quando consultamos
historiadores sérios vemos que se calcula que
entre 1400 e 1800 foram executadas na Europa cerca de
30.000 a 80.000 pessoas por bruxaria.
Nem todas
foram queimadas. Nem todas eram mulheres. E a maioria
não morreu pelas mãos de oficiais da Igreja,
nem sequer de católicos. A maioria das vítimas
vincula-se à Alemanha, coincidindo com as guerras
camponesas e protestantes dos séc. XVI e XVII.
Quando uma região trocava de denominação,
abundavam as acusações de bruxaria e a
histeria coletiva. Os tribunais civis, locais e municipais
eram especialmente entusiastas, sobretudo nas zonas
calvinistas e luteranas. De qualquer forma, a bruxaria
foi perseguida e castigada com a morte por egípcios,
gregos, romanos, vikings, etc... O paganismo sempre
matou bruxos e bruxas. A idéia do neopaganismo
feminista de que a bruxaria era uma religião
feminista pré-cristã não tem base
histórica.
Poder-se-ia
continuar dissecando os erros e os simples enganos deste
best-seller mentiroso. Para não falar de sua
qualidade literária. Mas vale a pena tanto esforço
por uma novela? A resposta é sim: para milhares
de jovens e adultos, esta novela será seu primeiro,
possivelmente único contato com a história
antiga da Igreja, uma história regada pelo sangue
dos mártires e a tinta de evangelistas, apologetas,
filósofos e Padres. Não seria digno dos
cristãos do séc. XXI ceder sem luta nem
resposta ao neopaganismo o espaço que os cristãos
dos primeiros séculos ganharam com sua fidelidade
comprometida com Jesus Cristo.
Notas do
autor:
Para este
artigo utilizei muito material de Carl Orlson, um dos
responsáveis pela magnífica página
www.envoymagazine.com
Aos leitores
da língua inglesa recomendo visitar http:/www.envoymagazine.com
e todos os seus links sobre as relações
entre cristianismo, gnosticismo e paganismo.
Fonte:
E-cristians.net - 09 / 01 / 03 -
(http://www.e-cristians.net/listados/marcos.asp?ide=5513&cat=hecho&lan=esp)
Artigo publicado em Info - Spes
Boletim Informativo da Fundação S.P.E.S.
Nº 61 - Janeiro de 2003
Cortesia de: José María Baamonde
E-mail: infospes@yahoo.es