23 de jan de 2026 às 15:31
Enquanto milhares se reúnem para a Marcha pela Vida de hoje em Washington, DC — o maior evento anual pró-vida nos EUA — os apoiadores em casa podem "marchar" divulgando a mensagem pró-vida nas redes sociais.
A March Online for the Preborn (Marcha Online pelos Nascituros) incentiva os defensores da vida a publicar vídeos de bebês nascituros como parte de uma "declaração global em defesa da vida", segundo um comunicado de imprensa divulgado à EWTN News.
O objetivo? Fazer com que bebês ainda nascituros se tornem tendência.
“Sabemos que milhares participam da marcha anual em Washington, D.C., mas milhares de outras pessoas ao redor do mundo não conseguem comparecer, embora ainda desejem causar impacto”, disse Rachelle Mainse, porta-voz da campanha, à EWTN.
A campanha Baby Life Begins convida usuários das redes sociais a publicar um vídeo específico de um bebê ainda no útero.
“Todos os anos, o March Online lança um novo vídeo que divulga uma verdade estratégica e poderosa sobre os nascituros, uma verdade que o mundo precisa ouvir”, disse Mainse.
“Quando defensores e organizações pró-vida de todo o mundo marcham juntos, divulgando esse mesmo vídeo em suas plataformas, isso se torna eficaz para fazer uma grande declaração online em defesa da vida”.
“Queremos que as pessoas estejam navegando em seus feeds de notícias e vejam que eles estão inundados com esse mesmo vídeo”, disse ela.
A campanha também tem como objetivo encorajar as pessoas a defender a vida.
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“Esperamos que isso encoraje muitas pessoas em sua defesa da vida, independentemente de onde vivam ou a que geração pertençam”, disse Robert Seemuth, fundador e diretor da Baby Life Begins. “Saber que você pode ser uma voz em defesa da vida traz encorajamento; orientar sobre como fazer isso mostra que é possível”.
“Parte da missão da Baby Life Begins é capacitar as pessoas comuns a serem uma voz em defesa da vida”, disse Mainse. “Participar da marcha online pode ser a primeira vez que alguém usa suas redes sociais para defender a vida”.
“A coragem surge quando você percebe que pode divulgar com seu círculo de amigos escolhido por Deus uma publicação sobre a santidade da vida, feita por um profissional”, disse Seemuth. “O medo diminui quando você sabe que milhares de outras pessoas estão divulgando a mesma publicação”.
“O trabalho pró-vida pode ser solitário às vezes — então sentir o apoio da comunidade global é muito importante”, disse Mainse.
“Através da internet, podemos marchar com defensores de todo o mundo, fazendo uma declaração unificada online em defesa da vida”, disse Mainse. “Recebemos notícias de pessoas na Austrália, Irlanda do Norte e em diferentes partes dos EUA que se uniram à iniciativa! Todos podem participar!”
Uma em cada quatro mulheres já fez um aborto, disse Mainse. "É provável que elas tenham alguém próximo que tenha sido afetado pelo aborto ou que venha a enfrentar essa escolha", disse ela.
“É crucial que todos se tornem uma voz em defesa dos nascituros — independentemente de seu círculo de influência ser composto por milhares ou só por alguns”, disse Mainse. “Cada voz importa e cada pessoa importa na luta pela vida”.
“Esperamos que isso os inspire a continuar usando suas redes sociais para divulgar informações sobre os bebês que ainda não nasceram”, disse ela. “É um meio poderoso que transforma corações e vidas”.



