4 de fevereiro de 2026 Doar
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Brasileiro superior de Schoenstatt entrega imagem da Mãe Peregrina ao papa

Padre Alexandre Awi com o papa Leão XIV | Vatican Media

O superior-geral do Instituto dos Padres de Schoenstatt e presidente da Obra Internacional de Schoenstatt, o padre brasileiro Alexandre Awi Mello, teve uma audiência com o papa Leão XIV na segunda-feira (2) e lhe presenteou com uma imagem da Mãe Peregrina. Eles também conversaram sobre o venerável brasileiro João Luiz Pozzobon, que pode se tornar o primeiro beato diácono permanente, depois que esse tipo de diaconato foi restabelecido pelo Concílio Vaticano II.

O padre Alexandre Awi contou à Vatican News, serviço de informação da Santa Sé, que o encontro com o papa foi “agradável” e que Leão XIV já conhecia o movimento de Schoenstatt da época em que foi bispo de Chiclayo, no Peru, cidade onde Awi Mello também já morou.

“Ele já conhecia o movimento da sua diocese de Chiclayo: alguns dos nossos padres já estiveram lá para dar retiro ao clero – e ele se lembrava disso; o contato com os seminaristas e a Campanha da Mãe Peregrina que está presente na diocese de Chiclayo”, disse o sacerdote a Vatican News.

O padre Awi disse que, em seguida, conversaram sobre João Luiz Pozzobon. “No ano passado, ele mesmo o declarou venerável, e comentamos sobre a importância de que um diácono permanente, pai de família, esteja caminhando aos altares”, disse ao ressaltar que Pozzobon “pode ser o primeiro beato, pelo menos, que possa ter a possibilidade de ser um exemplo para os diáconos do mundo inteiro”.

“Nesse sentido”, acrescentou, “ele também se interessou muito pela causa, mostrando interesse em saber um pouco mais”.

O diácono João Luiz Pozzobon nasceu em 12 de dezembro de 1904, em Ribeirão (RS). Participava de um grupo de homens, no início do Movimento Apostólico de Schoenstatt, em Santa Maria (RS). Em 10 de setembro de 1950, recebeu no santuário em Santa Maria a imagem da Mãe, Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável de Schoenstatt, para com ela visitar as famílias.  Foi assim que nasceu a Campanha da Mãe Peregrina. Ele exerceu o seu apostolado de levar a Mãe Peregrina às famílias todos os dias, por 35 anos, até a sua morte em 27 de junho de 1985. Também visitou escolas, hospitais, presídios. Atualmente, a Campanha da Mãe Peregrina está presente em mais de 200 países. Só no Brasil, são mais de 4 milhões de casas que recebem as visitas mensais.

O padre Alexandre Awi contou que na audiência também teve “a oportunidade” de dar “de presente” ao papa “uma imagem da Mãe Peregrina e uma Cruz da Unidade – um símbolo importante do nosso movimento, já que o fundador via também nessa cruz a permanente companheira e colaboradora de Jesus na hora da Redenção, que é uma descrição da missão de Maria na hora da salvação, que é muito adequada para os dias de hoje”.

“Creio que hoje é o que a Igreja realmente ensina, e conversamos um pouco também sobre isso”, disse.

Na conversa, abordaram aspectos da vida do Movimento de Schoenstatt, que faz parte da Obra Internacional fundada em 1914 pelo padre José Kentenich na Alemanha. O superior-geral também falou com o papa sobre os 100 anos do Instituto Secular das Irmãs de Maria de Schoenstatt.

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