Jan 12, 2026 / 16:33 pm
O Santuário Cristo Redentor, no Rio de Janeiro (RJ), vai celebrar uma missa votiva em honra a santa Dulce dos Pobres todo dia 13 a partir de amanhã (13), às 10h. Em outubro passado, o Santuário Santa Dulce dos Pobres, em Salvador (BA) celebrou a geminação com o santuário do Rio, unindo-se com parcerias nas áreas de Fé, Educação, Turismo, Cultura, Desenvolvimento Sustentável e Social.
Além da parceria com o santuário de Salvador, o Cristo Redentor é geminado com o Santuário de Cristo Rei, em Portugal, o Cristo Redentore di Maratea, na Itália, o Cristo del Otero, na Espanha, o Santuário Frei Galvão, em Guaratinguetá (SP), o Cristo Redentor de Itaperuna (RJ), o Cristo Luz, em Balneário Camboriú (SC), e a cidade de Petra, na Jordânia.
Segundo o santuário, o objetivo da geminação é “partilhar experiências”.
Santuário Santa Dulce dos Pobres
O Santuário Santa Dulce dos Pobres foi construído graças à ajuda de fiéis e às doações. Localizado em Salvador, ao lado da sede das Obras Sociais Irmã Dulce (OSID), no Largo de Roma, o santuário tem capacidade para mais de 1 mil pessoas sentadas. Sua construção teve início em 2002, por meio da Campanha do Tijolo, no mesmo local onde, na década de 1940, Irmã Dulce havia fundado o Círculo Operário da Bahia e o Cine Roma.
O santuário está aberto à visitação todos os dias, das 6h30 às 18h30. Além disso, são rezadas missas diárias nos seguintes horários: 7h (exceto aos sábados), 8h30, 12h e 16h.
Santa Dulce dos Pobres, nascida Maria Rita de Souza Brito Lopes Pontes em 1914, em Salvador (BA), dedicou sua vida à caridade e ao cuidado dos mais necessitados. Fez a sua profissão religiosa aos 20 anos. Começou um trabalho assistencial nas comunidades carentes da Bahia, fundando em 1949 um albergue que se tornou o Hospital Santo Antônio. Atualmente, o hospital se chama Obras Sociais Irmã Dulce (OSID), maior ONG de saúde no Norte e Nordeste e a nona maior do Brasil.
Criadora também da Associação Filhas de Maria Servas dos Pobres, Dulce foi indicada ao Prêmio Nobel da Paz em 1988. Ela morreu em 1992 e, em 2019, foi canonizada pelo papa Francisco, tornando-se a primeira santa nascida no Brasil.
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