Papa Francisco recebe carta de sobrevivente do Holocausto

A escritora judia e sobrevivente do holocausto, Edith Steinschreiber Bruck, enviou uma carta ao papa Francisco agradecendo-lhe pelas palavras dele no encontro com a comunidade judaica da Eslováquia, quando o pontífice afirmou que “o nome de Deus foi desonrado” com o Holocausto.

CNBB promove encontro com parlamentares católicos

Teve início nesta quinta-feira, 16 de setembro, e segue até amanhã o I Encontro de Parlamentares Católicos a serviço do Povo Brasileiro, promovido pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Segundo o presidente da CNBB, dom Walmor Oliveira de Azevedo, trata-se de uma iniciativa que busca o diálogo, para que parlamentares digam o que esperam da Igreja e “se deixem interpelar ao ouvir o que a Igreja também deles espera”.

 

ONU omite Cuba de relatório de países que violam direitos humanos

O coordenador nacional do Movimento Cristão Libertação (MCL) cubano, Eduardo Cardet, qualificou de “cumplicidade com a tirania” a decisão da Alta Comissária dos Direitos Humanos da ONU, Michelle Bachelet, de excluir Cuba de sua última atualização global sobre os países que violam direitos humanos. “Continua a atuação enviesada dos mecanismos universais que devem velar por esses direitos”, queixou-se Cardet em 15 de setembro, através da conta oficial do MCL no Twitter.

Líder pró-vida contesta que Suprema Corte descriminalizou o aborto no México

Meios de comunicação do México e de outros países disseram que a Suprema Corte de Justiça da Nação (SCJN) descriminalizou o aborto em todo o México. A Suprema Corte declarou inválido, neste 7 de setembro, artigos que se referem à pena de prisão para as mulheres que abortam voluntariamente, e profissionais de saúde que as ajudem.

Grito deve ser de indignação por causa do aborto no México, diz bispo

Para a celebração do “Grito de Dolores”, com que o México comemora o início da luta pela independência em 16 de setembro, o bispo de Apatzingán, dom Cristóvão Ascencio García, disse: “devemos gritar do lugar onde estamos, mas hoje, com um grito de indignação” pelas decisões da Suprema Corte de Justiça da Nação (SCJN) a favor do aborto.