
Buenos Aires, 30 Mai. 12 / 08:54 am (ACI).-
A ação dos pró-vidas argentinos e da Igreja obteve que a sentença que despenaliza o aborto por estupro não seja aplicada em toda a Argentina, informou um jornal local.
Em sua edição de 29 de maio, o Jornal ClarÃn indicou que depois da sentença da Corte Suprema de Justiça da Nação que declarou não punÃveis os abortos no caso de estupro, "só algumas provÃncias se alinharam".
ClarÃn disse que na falta de uma diretriz nacional, os bispos estão tentando que nas provÃncias que não têm um protocolo "não se aplique a sentença ou, pelo menos, haja mais exigências" para impedir assim falsas alegações de estupro ou abortos em um estado avançado da gestação.
O jornal indicou que o Arcebispo de Tucumã, Dom Alfredo Zecca, transmitiu aos dirigentes e legisladores que a Igreja não aceitará que o aborto seja aprovado. "Nas provÃncias de Cuyo, os arcebispos de Mendoza e San Juan, Dom José MarÃa Arancibia e Dom Alfonso Delgado, e os bispos de San Luis e San Rafael, Dom Pedro MartÃnez e Dom Eduardo Taussig, emitiram um comunicado no qual afirmam: ‘Uma mulher que foi estuprada merece compreensão e acompanhamento, mas sua ferida não é curada com uma injustiça maior como o aborto’", informou ClarÃn.
O jornal argentino indicou que isto mostra que a Igreja "vem desdobrando uma forte ofensiva nas provÃncias que não elaboraram protocolos" e assim buscam impedir a realização de abortos.

































