Carregando...

Notícias do 28 de Março de 2012

O Papa Bento XVI intercedeu pelos dissidentes, revela o Pe. Lombardi

HAVANA, 28/03/2012 (ACI).- Durante a conferência de imprensa presidida no Hotel Nacional de Havana, o Pe. Federico Lombardi, Diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé assinalou que a situação dos dissidentes cubanos, especialmente aqueles na prisão, foi abordada pelo Papa Bento XVI durante seu encontro com o presidente Raúl Castro.

“A temática dos pedidos de caráter humanitário recebidos pela Santa Sé (de parte dos dissidentes cubanos) foi abordada (durante o encontro) mas não tenho detalhes sobre como foi abordada”, assinalou o Pe. Lombardi.

“Confirmo que foi uma temática abordada no encontro pessoal (com o Raúl Castro), mas não tenho nenhuma informação sobre nomes específicos”, respondeu o porta-voz do Vaticano a uma pergunta sobre se a Santa Sé tinha apresentado uma lista concreta de dissidentes prisioneiros e especificamente se na lista se encontrava o norte-americano Alan Ross.

Ross, é um norte-americano que procurava ajudar a comunidade judia na ilha proporcionando-lhes meios técnicos independentes para acessar a Internet, encontra-se na prisão, condenado por espionagem.

O Pe. Lombardi recordou também que a delegação da Santa Sé intercedeu a favor do dissidente que gritou “Liberdade!” durante a Missa presidida pelo Pontífice no Santiago de Cuba na segunda-feira; mas assinalou que não pode dar detalhes a respeito.  “Nosso interesse pela pessoa e por seu estado existe”, colocou o sacerdote.

O clamor dos dissidentes, explicou o porta-voz do Vaticano “certamente está presente no coração do Santo Padre”; e explicou que concretizar um encontro com grupos de dissidentes como as “Damas de Branco” foi impossível por ser uma apertada viagem.

“Recordemos que nesta viagem o Papa não se reuniu nem mesmo com grupos especificamente católicos: não houve encontro com seminaristas, ou com sacerdotes, ou com religiosas, ou com leigos comprometidos. Simplesmente não foi possível incluir na visita nenhum grupo específico dentro ou fora da Igreja”.

Entretanto, o Pe. Lombardi destacou que “quando o Papa fala, tem presente o sofrimento destas pessoas. Não por acaso o Papa fala das expectativas de todos os cubanos, em suas diversas e específicas circunstâncias. Se vocês escutarem os discursos poderão ver vocês mesmos a recepção do Papa às mensagens chegadas (de parte dos dissidentes) e como reage a estas perspectivas”.


Peregrinos visitam lugares sagrados em Havana pela visita do Papa

HAVANA, 28/03/2012 (ACI).- Com a visita do Papa Bento XVI a Cuba, milhares de peregrinos de distintos lugares como os Estados Unidos, República Dominicana e Porto Rico, visitam os lugares sagrados de Havana.

Os peregrinos participaram, por exemplo, em distintas Missas presididas pelo Arcebispo de Havana, Cardeal Jaime Ortega y Alamino, na Catedral desta cidade, caracterizada por sua fachada de estilo europeu e as paredes interiores recobertas com pinturas, afrescos e imagens de Santos..

Construída pelos jesuítas em meados de 1700, a Catedral se localiza na antiga área pantanosa conhecida como a Praça do Pântano. Sua história e beleza atraem a admiração de numerosos peregrinos que em muitos casos, visitam Cuba pela primeira vez.

Não muito longe da Praça da Revolução, onde o Papa celebrará uma Missa em 28 de março, encontra-se o Cemitério de Cristóvão Colombo, chamado assim em comemoração ao descobridor da América, e aonde também vão os peregrinos chegados a Cuba para participar da visita de Bento XVI.

Construído na década de 1870, o cemitério está construído com mármore de distintas partes do mundo e tem um triplo arco à entrada.

Mais de um milhão de pessoas estão enterradas neste cemitério, incluindo o Cardeal Manuel Arteaga y Betancourt, Arcebispo de Havana, o presidente cubano José Miguel Gómez, entre outros.

O cemitério está localizado no centro da cidade que o Papa Bento XVI está visitando e onde presidirá hoje a Santa Missa na Praça da Revolução.


Igreja em Cuba atende os idosos com mais de 7 mil voluntários

HAVANA, 28/03/2012 (ACI).- Com mais de 7 mil voluntários nas 11 dioceses de Cuba, a Igreja Católica neste país serve a milhares de idosos que constituem quase 20 por cento de uma população que cresce cada vez menos.

Robyn Fieser a diretora do Catholic Relief Service (CRS) para a América Latina e o Caribe. A CRS faz parte da rede internacional da Cáritas que atua em diversos países.

Em um artigo escrito para a agência catholicnewsagency, do grupo ACI, enquanto está em Cuba pela visita do Papa Bento XVI, Fieser explica que os milhares de voluntários servem os anciãos como uma prioridade há mais de 20 anos.

A Cáritas Cubana apóia 400 grupos que administram refeitórios populares, às vezes nas casas dos voluntários se é que não há instalações da Igreja, além de proporcionar aos idosos o serviço de lavagem de roupa.

"Ajudá-los a cobrir suas necessidades básicas é uma das coisas que fazemos mas também buscamos criar espaços para que eles possam compartilhar com outras pessoas os mesmos interesses", conta a diretora da Cáritas Cubana, Maritza Sánchez. "Queremos envolvê-los, e assim mudar seu estilo de vida para que descubram seu potencial", acrescenta.

Fieser esteve no refeitório da paróquia San Agustín onde conversou com Juana Martínez, de 87 anos. Ela comentou que almoça nesse lugar três vezes por semana há 12 anos e que recebe ajuda para cobrir seus gastos que não é capaz de fazê-lo com a pensão de 8 dólares que recebe após 30 anos de trabalho.

"A luta é o que faz a vida formosa", afirma a idosa.  Para a mulher que dirige ali o refeitório, Mercedes Hernández Valdez, de 68 anos e que enviuvou recentemente, a família da Igreja também é muito importante.

A filha da Mercedes deixou Cuba faz mais de 25 anos. Ela pôde vê-la em 2010 pela primeira vez depois de 19 anos. Durante estes dias ela passa muito tempo na Igreja de San Agustín.

Mercedes explica que conhece todos os que comem ali por seu nome, seus endereços e como terminaram indo ali e o que cada um está necessitando.

Mercedes os atende e quando pode lhes dá de presente sapatos, sabão (que já não se entrega nas bolsas do estado) ou às vezes um lençol.


Bento XVI conhece a sua “madrinha espiritual” em Santiago de Cuba

HAVANA, 28/03/2012 (ACI).- Ao iniciar a jornada desta terça-feira com uma Missa privada em Santiago de Cuba, o Papa Bento XVI conheceu pessoalmente a uma religiosa da Índia que foi sua “madrinha espiritual” durante 20 anos.

O Santo Padre celebrou a Missa privada antes de partir para o Santuário de Nossa Senhora da Caridade do Cobre. Na Missa participaram umas 10 religiosas da rama contemplativa das Missionárias da Caridade, fundadas pela Beata Teresa de Calcutá.

Ao finalizar a celebração eucarística, o Arcebispo de Santiago de Cuba, Dom Dionisio García, apresentou ao Santo Padre a religiosa indiana Teresa Kereketa, que seguindo a prática de sua congregação, há 20 anos recebeu a tarefa de orar diariamente por um sacerdote específico, convertendo-se assim na sua “madrinha espiritual”. O sacerdote que recebeu sob tutela espiritual foi o Cardeal Joseph Ratzinger.

Durante o emotivo encontro, seguindo a tradição da Índia, a religiosa apresentou ao Santo Padre uma coroa de flores. “O Papa esteve muito comovido por conhecer esta religiosa”, explicou durante uma conferência de imprensa o porta-voz da Santa Sé, Pe. Federico Lombardi.


Bento XVI propõe verdade e liberdade para mudar Cuba e o mundo

HAVANA, 28/03/2012 (ACI).- Na multitudinária Missa na Praça da Revolução de Havana, o Papa Bento XVI propôs as chaves da verdade e a genuína liberdade, cuja fonte é Cristo, para obter as mudanças que necessitam Cuba e o mundo.

Na homilia da Missa a que assiste o presidente cubano Raúl Castro, as autoridades cubanas, os bispos da ilha e outros prelados da América Latina, o Santo Padre assinalou que "Cuba e o mundo precisam de mudanças, mas estas só terão lugar se cada um estiver em condições de se interrogar acerca da verdade e se decidir a enveredar pelo caminho do amor, semeando reconciliação e fraternidade".

O Papa explicou que Deus sempre é próximo ao homem, cuja máxima expressão de amor é Cristo, que "revela-se como o Filho de Deus Pai, o Salvador, o único que pode mostrar a verdade e dar a genuína liberdade".

Em efeito, disse o Pontífice, “a verdade é um anseio do ser humano, e procurá-la supõe sempre um exercício de liberdade autêntica. Muitos, todavia, preferem os atalhos e procuram evitar essa tarefa. Alguns, como Pôncio Pilatos, ironizam sobre a possibilidade de conhecer a verdade, proclamando a incapacidade do homem de alcançá-la ou negando que exista uma verdade para todos".

"Esta atitude, como no caso do ceticismo e do relativismo, produz uma transformação no coração, tornando as pessoas frias, vacilantes, distantes dos demais e fechadas em si mesmas. São pessoas que lavam as mãos, como o governador romano, e deixam correr o rio da história sem se comprometer".

O Papa denunciou logo o fanatismo de quem chega à irracionalidade para procurar a verdade e tentam impor esta perspectiva aos outros, "na realidade, quem age irracionalmente não pode chegar a ser discípulo de Jesus", precisou.

"Fé e razão são necessárias e complementares na busca da verdade. Deus criou o homem com uma vocação inata para a verdade e, por isso, dotou-o de razão. Certamente não é a irracionalidade que promove a fé cristã, mas a ânsia da verdade. Todo o ser humano deve perscrutar a verdade e optar por ela quando a encontra, mesmo correndo o risco de enfrentar sacrifícios".

Além disso, prosseguiu o Santo Padre, "a verdade sobre o homem é um pressuposto imprescindível para alcançar a liberdade, porque nela descobrimos os fundamentos duma ética com que todos se podem confrontar, e que contém formulações claras e precisas sobre a vida e a morte, os deveres e direitos, o matrimônio, a família e a sociedade, enfim sobre a dignidade inviolável do ser humano".

Este patrimônio ético, explicou, "é o que pode aproximar todas as culturas, povos e religiões, as autoridades e os cidadãos, os cidadãos entre si, os crentes em Cristo com aqueles que não crêem Nele.".

O Papa Bento XVI falou depois: “Queridos amigos, não hesiteis em seguir Jesus Cristo. Nele encontramos a verdade sobre Deus e sobre o homem. Ajuda-nos a superar os nossos egoísmos, a sair das nossas ambições e a vencer o que nos oprime. Aquele que pratica o mal, aquele que comete pecado é escravo do pecado e nunca alcançará a liberdade. Somente renunciando ao ódio e ao nosso coração endurecido e cego é que seremos livres, e uma vida nova germinará em nós.".

O Papa se referiu logo ao direito humano à liberdade religiosa, "que consiste em poder proclamar e celebrar mesmo publicamente a fé, comunicando a mensagem de amor, reconciliação e paz que Jesus trouxe ao mundo".

Depois de reconhecer "com alegria os passos que se têm realizado em Cuba para que a Igreja cumpra a sua irrenunciável missão de anunciar, publica e abertamente, a sua fé.", o Papa disse que "entretanto é preciso avançar ulteriormente. E desejo encorajar as instâncias governamentais da Nação a reforçarem aquilo que já foi alcançado e a prosseguirem por este caminho de genuíno serviço ao bem comum de toda a sociedade cubana".

"O direito à liberdade religiosa, tanto na sua dimensão individual como comunitária, manifesta a unidade da pessoa humana, que é simultaneamente cidadão e crente, e legitima também que os crentes prestem a sua contribuição para a construção da sociedade", ressaltou.

Bento XVI explicou que "quando a Igreja põe em relevo este direito, não está a reclamar qualquer privilégio. Pretende apenas ser fiel ao mandato do seu Fundador divino, consciente de que, onde se torna presente Cristo, o homem cresce em humanidade e encontra a sua consistência".

"Por isso, a Igreja procura dar este testemunho na sua pregação e no seu ensino, tanto na catequese como nos ambientes formativos e universitários. Esperemos que também aqui chegue brevemente o momento em que a Igreja possa levar aos diversos campos do saber os benefícios da missão que o seu Senhor lhe confiou e que ela não pode jamais negligenciar".

O Papa se referiu logo ao legado do Padre da Pátria Cubana, o sacerdote Félix Varela cuja causa de beatificação está em processo e "que passou à história de Cuba como o primeiro que ensinou a pensar a seu povo".

"O padre Varela indica-nos o caminho para uma verdadeira transformação social: formar homens virtuosos para forjar uma nação digna e livre, já que esta transformação dependerá da vida espiritual do homem; de fato, «não há pátria sem virtude»".

Finalmente e depois de invocar o amparo da Virgem Maria que em Cuba veneram sob o nome da Virgem do Cobre, o Santo Padre alentou a caminhar "na luz de Cristo, que pode dissipar as trevas do erro. Supliquemos-Lhe que, com o valor e o vigor dos santos, cheguemos a dar uma resposta livre, generosa e coerente a Deus, sem medos nem rancores.”


Vaticano aprova nova bênção para crianças no útero

Vaticano, 28/03/2012 (ACI/EWTN Noticias).- A Conferência de Bispos Católicos dos Estados Unidos (USCCB) informou, em um comunicado oficial, que a Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos deu sua aprovação ao novo rito de "Bênção de uma criança no útero".

A notícia foi divulgada neste 26 de março, Solenidade da Encarnação do Senhor. Esta bênção foi redigida pelo Comitê do Culto Divino da USCCB, a Conferência de bispos católicos dos EUA, ao constatar que não havia um rito aprovado para tal fim.

O Cardeal Daniel DiNardo, secretário do Comitê de atividades Pró-vida da Conferência episcopal norte-americana, manifestou sua alegria ao comunicar a notícia: "Estou impressionado pela beleza da vida humana no útero", comentou.

"Não poderia pensar em um melhor dia para anunciar esta notícia que a festa da Anunciação, quando recordamos o ‘Sim’ de Maria a Deus e a Encarnação dessa Criança nela, nesse útero, que salvou ao mundo".

"Queríamos fazer este anúncio o antes possível", afirmou Monsenhor Gregory Aymond, secretário do Comitê de Culto Divino da USCCB, "de forma que as paróquias possam começar a ver como esta bênção pode integrar-se na malha da vida paroquial".

O texto será impresso em um folheto bilíngüe (inglês-espanhol)e estará disponível para as paróquias norte-americanas no dia das Mães. "Oportunamente, esta nova bênção será incluída no livro de Cerimonial das Bênçãos, quando esta publicação seja revisada", anunciou Monsenhor Aymond.

O rito foi preparado para apoiar os pais que esperam o nascimento de seus filhos, para alentar as comunidades paroquiais à oração e o reconhecimento do dom dos nascituros e para criar consciência do respeito à vida humana na sociedade. Segundo o comunicado oficial, o rito poderá ser realizado no contexto da Eucaristia ou fora dela.

A bênção teve sua origem em uma solicitude de Monsenhor Joseph Kurtz, Arcebispo de Louisville, quem pediu ao Comitê de Atividades Pró-vida averiguar se existia um rito aprovado para abençoar uma criança no ventre de sua mãe.

Quando não pôde encontrar nenhum, o Comitê redigiu uma versão e a submeteu à aprovação do Comitê para o Culto Divino da Conferência, que o aprovou em março de 2008. A Assembléia plenária dos bispos da USCCB ratificou esta aprovação e enviou o rito a Roma para sua edição e aprovação final.


Síria: mais de 50 000 cristãos fogem de seus lares devido à violência

Damasco, 28/03/2012 (ACI/EWTN Noticias).- Quase todos os cristãos na cidade de Homs, arrasada pelo conflito na Síria, fugiram de lá devido à violência e à perseguição, ao mesmo tempo em informes reportam que suas casas foram atacadas e sitiadas por fanáticos vinculados ao Al-Qaeda.

Diversos informes oficiais assinalam que perto de 90 por cento de cristãos deixaram seus lares, e a violência levou a que se tema que a Síria possa converter-se em um "segundo Iraque", com ataques às igrejas, seqüestros e expulsões de cristãos.

O êxodo de mais de 50 000 cristãos produziu-se em sua maioria durante as últimas seis semanas. Isto faz parte da "limpeza étnica" posta em marcha por grupos militantes islâmicos vinculados ao Al Qaeda, de acordo à organização internacional católica Ajuda à Igreja que Sofre (AIS).

Homs era o lugar de uma das maiores populações cristãs da Síria, e fontes da Igreja assinalam que os fiéis levaram a pior parte da violência. Eles escaparam a povoados, muitos dos quais estão nas montanhas, a 30 milhas fora da cidade.

Islamistas teriam ido de casa em casa nos bairros de Hamidiya e Bustan al-Diwan, em Homs, e obrigaram os cristãos a fugir, sem dar-lhes a oportunidade de recolher seus pertences.

A crise em Homs incrementou o temor de que islamistas estejam ganhando influência na região, ante o vazio de poder deixado pela derrota de outros governos árabes.

As comparações com o Iraque são sinistras. A violência contra os fiéis nesse país ocasionou que a população cristã passasse de 1,4 milhões ao final de 1980 a menos de 300 000 na atualidade.

Tanto na Síria como no Iraque, a Igreja branco de ataques porque se percebe como próxima aos regimes sob o ataque de partidas opositores e grupos rebeldes.

O levantamento na Síria começou em março de 2011, com protestas que buscam uma reforma política. O levantamento se tornou cada vez mais militarizado e mais de 8000 pessoas morreram no conflito no último ano, segundo as cifras da ONU.

Muitos na oposição da maioria Sunita do país, enquanto as minorias religiosas continuam respaldando ao presidente Bashar al-Assad.

A exilada Irmandade Muçulmana de Síria afirmou que não monopolizará o poder em um novo regime, mas respaldará um estado democrático com igualdade para todos os cidadãos e respeito pelos direitos humanos.

Em 26 de março, as forças do governo de Síria bombardearam Homs e realizaram blitz por toda a cidade. Um grupo de direitos humanos diz que as forças governamentais parecem estar preparando-se para retomar o poder das zonas da cidade retidas por rebeldes, informou a Associated Press.

O governo acusou os insurgentes de terrorismo e de conspiração internacional, enquanto que o próprio regime enfrenta acusações de tortura e massacre de civis.

A comunidade cristã sofreu ataques terroristas em outras cidades.

No dia 18 de março, a explosão de um carro bomba teve como alvo o bairro cristão de Alepo, perto da igreja de São Boaventura, dos frades Franciscanos. Ajuda à Igreja que Sofre (AIS) se encontra agora auxiliando as famílias das vítimas deste atentado.

"As pessoas que estamos ajudando têm muito medo", disse o Bispo de Aleppo, Antoine Audo, que fiscaliza o programa de ajuda. "Os cristãos não sabem o que lhes prepara o futuro. Eles temem que não retornarão aos seus lares".

Os deslocados de Homs estão desesperados por conseguir comida e refúgio. Ajuda à Igreja que Sofre anunciou um pacote de ajuda urgente de 100 000 dólares para aliviar suas necessidades.

Cada família receberá 60 dólares cada mês para mantimentos básicos e alojamento. Os organizadores da assistência esperam que eles possam retornar aos seus lares para o verão.

Dom Audo disse à AIS que é muito importante ajudar aqueles que se encontram em perigo.

"Rezem por nós e trabalhemos juntos para construir a paz em Síria", disse o prelado.


Bento XVI aos jovens: Testemunhem o rosto alegre e feliz da fé

Vaticano, 28/03/2012 (ACI/EWTN Noticias).- O Papa Bento XVI assegurou aos jovens que só Deus que é amor pode dar a verdadeira alegria ao coração, e pediu que eles testemunhem o rosto alegre e feliz da fé também diante dos que pensam equivocadamente que a vida cristã é  "algo cansativo e chato".

Assim o indicou na sua mensagem pela 27º Jornada Mundial da Juventude que este ano se celebra no dia 1 de abril, Domingo de Ramos, em nível diocesano e que leva como título uma passagem da Carta do Apóstolo São Pablo aos Filipenses: "Alegrai-vos sempre no Senhor!"

No texto divulgado ontem, o Papa lembra com carinho a JMJ Madrid 2011, que foi celebrada em agosto, e agradece "a Deus por tantos frutos que fez nascer naqueles dias e que no futuro não deixaram de multiplicar-se para os jovens e para as comunidades as quais pertencem. Agora, estamos já nos orientando para o próximo encontro no Rio de Janeiro, em 2013, que terá como tema “Ide, pois, fazei discípulos entre todas as nações!”(Mt 28, 19).

O Santo Padre explica que a alegria "é um elemento central da experiência cristã. Também durante cada Jornada Mundial da Juventude fazemos a experiência de uma alegria intensa, a alegria da comunhão, a alegria de ser cristãos, a alegria da fé".

"Esta é uma das características destes encontros. E vemos a grande força atrativa que essa tem: em um mundo muitas vezes marcado pela tristeza e inquietude, é um testemunho importante da beleza e da confiabilidade da fé cristã”, acrescenta.

Bento XVI explica logo que "a inspiração à alegria está impressa no intimo do ser humano. Além da satisfação imediata e passageira, o nosso coração busca a alegria profunda, plena e duradoura, que pode dar ‘sabor’ à existência".

"E aquilo que vale, sobretudo, para vocês, para a juventude é um período de continua descoberta da vida, do mundo, dos outros e de si mesmos. É um tempo de abertura em direção ao futuro, no qual se manifestam os grandes desejos de felicidade, de amizade, de partilha e de verdade, no qual si é movido por ideais e se concebem projetos".

Ante os diversos desafios e as dificuldades que encontram os jovens, o Papa afirma que a alegria é possível e que sua fonte, seja grande ou pequena, sempre é Deus.

"Deus nos criou à sua imagem por amor e para derramar sobre nós este Seu amor, para encher-nos com sua presença e sua graça. Deus quer fazer-nos participantes de sua alegria, divina e eterna, fazendo-nos descobrir que o valor e o sentido profundo da nossa vida está no ser aceito, acolhido e amado por Ele, e não com uma acolhida frágil como pode ser aquela humana, mas com um acolhimento incondicional como é aquela divina: eu sou querido, tenho um lugar no mundo e na história, sou amado pessoalmente por Deus".

"E se Deus me aceita, me ama e eu me torno seguro, sei de modo claro e certo que é bom que eu seja, que exista”, adiciona.

Este amor infinito de Deus por cada um de nós, prossegue o Santo Padre, se manifesta de modo pleno em Jesus Cristo, que se entrega por esse amor para salvar a todos do mal, do pecado e da morte.

Mas Jesus não fica ali, ressuscita como tinha prometido e faz brotar uma profunda alegria que "é o fruto do Espírito Santo que nos torna filhos de Deus capazes de viver e de provar sua bondade, de voltar-nos a Ele com o termo “Abbà”, Pai. A alegria é sinal de sua presença e de sua ação em nós.".

O Papa recorda logo o dever de conservar no coração a alegria cristã: "Encontrar e conservar a alegria espiritual nasce do encontro com o Senhor, que pede para segui-Lo, para fazer a escolha decisiva de voltar tudo para Ele".

"Queridos jovens –exorta Bento XVI- não tenhais medo de colocar à disposição toda a vossa vida, dando espaço para Jesus Cristo e seu Evangelho; é a estrada para haver a paz e a verdadeira felicidade no íntimo de nós mesmos, é a estrada para a verdadeira realização de nossa existência de filhos de Deus, criados à Sua imagem e semelhança".

Buscar o Senhor, diz logo o Papa, "significa também acolher sua Palavra, que é alegria para o coração" e afirma que "A palavra de Deus faz descobrir as maravilhas que Deus operou na história do homem e, pleno de alegria, abre-se ao louvor e à adoração: “Cantai ao Senhor... adoremos, de joelhos diante do Senhor que nos fez".

O Papa logo faz uma reflexão sobre o que significa a alegria do amor de Deus, e a alegria de converter-se verdadeiramente ao Senhor, aspirando a viver a vontade do Altíssimo através do cumprimento dos 10 Mandamentos.

"Observando-os, nós encontramos a estrada da vida e da felicidade. Mesmo que à primeira vista possa parecer um conjunto de proibições, quase um obstáculo à liberdade, se os meditamos mais atentamente, à luz da Mensagem de Cristo, estes são um conjunto de essenciais e preciosas regras de vida que conduzem a uma existência feliz, realizada segundo o projeto de Deus".

O Santo Padre lamenta que "quantas vezes, ao contrário, constamos que construir a vida ignorando Deus e Sua vontade leva à desilusão, tristeza, sensação de derrota. A experiência do pecado, como a recusa a segui-Lo, como uma ofensa à sua amizade, traz sombra aos nossos corações.".

Bento XVI exorta aos jovens a viverem sempre a alegria, também nas provações, como as que viveram o Beato Pier Giorgio Frassati e a jovem Beata Chiara Badano que nunca se entristeceu apesar de viver uma dolorosa enfermidade; ou o amado Beato Papa João Paulo II que deu uma lição de alegria no meio do sofrimento da enfermidade.

Finalmente o Papa Bento XVI exorta os jovens a serem testemunhas dessa alegria, a anunciar o Evangelho de Cristo a todos em todo mundo.

"Muitas vezes é descrita uma imagem do cristianismo como de uma proposta de vida que oprime a nossa liberdade, que vai contra nosso desejo de felicidade e de alegria. Mas esta não corresponde à verdade! Os cristãos são homens e mulheres realmente felizes porque sabem que nunca estão sozinhos, mas estão sempre apoiados pelas mãos de Deus!".

"Sobretudo, a vocês, jovens discípulos de Cristo, mostrar ao mundo que a fé leva a uma felicidade e a uma alegria verdadeira, plena e duradoura. E se o modo de viver dos cristãos parece às vezes cansativo e chato, testemunhem vocês por primeiro a alegria e a felicidade da fé de vocês.".

O Papa alenta os jovens a levarem a nova evangelização a todos os âmbitos: "Levem-na para suas famílias, em suas escolas e universidades, nos lugares de trabalho e nos grupos de amigos, lá onde vivem".

"Vocês verão que essa é contagiosa. E receberam o cêntuplo: a alegria da salvação para vocês mesmos, a alegria de ver a Misericórdia de Deus operando nos corações. No dia do seu encontro definitivo com o Senhor, ele poderá lhe dizer: “Servo bom e fiel; já que foste fiel no pouco, eu te confiarei muito. Vem regozijar-te com teu Senhor!”

Finalmente o Santo Padre faz votos para que "a Virgem Maria vos acompanhe neste caminho" já que ela "respondeu plenamente ao amor de Deus dedicando sua vida a Ele num serviço humilde e total. É chamada de “a causa da nossa alegria”, porque ela nos deu Jesus. Que Ela vos introduza nesta alegria que ninguém vos poderá tirar!".

Subsídio

A Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), lançou um subsídio para as celebrações da Jornada Diocesana da Juventude. O subsidio está disponível no site da CNBB em: http://www.cnbb.org.br/site/images/stories/subsidio_jdj_2012.pdf


Casal de idosos celebram 75 anos de matrimônio amando-se “como no primeiro dia”

VALENCIA, 28/03/2012 (ACI/EWTN Noticias).- Um casal de esposos, María Mollà e Miguel Martínez, de 97 e 100 anos de idade, respectivamente, celebrou 75 anos de matrimônio na localidade valenciana de Bicorp (Espanha), "amando-se como no primeiro dia", conforme manifestaram ambos.

O casal, que se casou em 1937, teve 5 filhos, um dos quais faleceu afogado aos 11 anos. Têm 8 netos e 10 bisnetos. Eles celebraram seus 75 anos de "feliz matrimônio" na paróquia San Juan Evangelista, no mesmo lugar onde nasceram e se conheceram.

María e Miguel, que reconhecem que não pensavam chegar juntos "a esta idade", contraíram matrimônio em plena Guerra Civil espanhola. Aos poucos dias ele foi convocado e acabou a guerra preso em um campo de trabalho em minas de carvão.

"Então minha avó deixou o seu primeiro filho, de pouco mais de um ano, com a sua família, e foi buscá-lo com cartas de recomendação para ver se o deixavam livre", contou a sua neta Cristina e afirmou que sua avó teve que trabalhar pregando botões em uma camisaria até que conseguiu a sua liberdade; "foi muito valente", disse.

Do mesmo modo, indicou que os seguintes anos foram difíceis e tiveram que trabalhar em diversos ofícios para poder alimentar-se.

Aos seus 97 anos, María continua ocupando-se dos trabalhos de sua casa, e Miguel, com 100 anos recém cumpridos, ainda vai jogar dominó no Lar do Aposentado e vai aos jardins para passear. "O que mais podemos pedir se somos felizes e temos uma vida que ainda vale a pena desfrutar?", exclamou Miguel.

A Prefeitura de Bicorp, o Lar do Aposentado e a cooperativa local entregaram ao feliz casal placas comemorativas e ramos de flores, e para completar a celebração 


Bento XVI: Que Cuba seja casa de todos com justiça e liberdade

HAVANA, 28/03/2012 (ACI/EWTN Noticias).- Em um intenso discurso de despedida depois de uma visita pastoral iniciada neste 26 de março, o Papa Bento XVI alentou que Cuba seja a casa de todos os cubanos com justiça e liberdade; e onde sejam desterrados os pontos de vista inamovíveis para procurar aquilo que une a todos e construir assim uma pátria e o bem comum.

No aeroporto internacional José Martí de Havana, perante o presidente de Cuba, Raúl Castro, o corpo diplomático, os bispos da Ilha e de outros lugares da América Latina, o Santo Padre disse: "Cuba, reaviva em ti a fé dos teus maiores, extrai dela a força para edificar um futuro melhor, confia nas promessas do Senhor, abre o teu coração ao seu Evangelho para renovar autenticamente a vida pessoal e social".

Abaixo segue a íntegra do discurso do Papa:

Viagem Apostólica de Bento XVI ao México e à República de Cuba
Cerimônia de despedida
Aeroporto Internacional José Martí
Havana, Cuba
Quarta-feira, 28 de março de 2012
 
Senhor Presidente,
Senhores Cardeais e amados Irmãos no Episcopado,
Distintas autoridades,
Senhoras e Senhores,
Amigos todos!

Dou graças a Deus por me ter permitido visitar esta linda Ilha, que deixou uma marca tão profunda no coração do meu amado predecessor, o Beato João Paulo II, quando veio a estas terras como mensageiro da verdade e da esperança. Ardente era também o meu desejo de poder vir estar convosco como peregrino da caridade, para agradecer à Virgem Maria a presença da sua veneranda imagem do Santuário d’El Cobre. De lá há quatro séculos que acompanha o caminho da Igreja nesta Nação e infunde coragem em todos os cubanos, para que descubram, da mão de Cristo, o verdadeiro sentido das ansiedades e desejos que incubam no coração humano e tenham a força necessária para construir uma sociedade solidária, onde ninguém se sinta excluído. «Cristo, que ressuscitou dos mortos, brilha neste mundo, e fá-lo de modo mais claro precisamente onde tudo, segundo o juízo humano, parece lúgubre e sem esperança. Ele venceu a morte – Ele vive – e a fé n’Ele penetra, como uma pequena luz, tudo o que é escuro e ameaçador» (Vigília de Oração com os jovens, Feira de Friburgo de Brisgovia, 24 de setembro de 2011).

Agradeço ao Senhor Presidente e demais autoridades do País a solicitude e generosa colaboração prestada para o bom andamento desta viagem. Exprimo a minha viva gratidão também aos membros da Conferência dos Bispos Católicos de Cuba, que não pouparam esforços nem sacrifícios para o mesmo fim, e a quantos de variados modos deram a sua contribuição, especialmente com a oração.

Levo no mais íntimo do coração todos e cada um dos cubanos, que me envolveram com a sua oração e carinho, reservando-me uma cordial hospitalidade e partilhando comigo as suas mais profundas e justas aspirações.

Vim aqui como testemunha de Jesus Cristo, firmemente convicto de que onde Ele chega, o desânimo dá lugar à esperança, a bondade afasta incertezas e uma força vigorosa abre o horizonte a perspectivas inusitadas e benéficas. Em nome de Cristo, e como Sucessor do Apóstolo Pedro, quis lembrar a sua mensagem de salvação, para que fortaleça o entusiasmo e a solicitude dos Bispos cubanos, bem como dos seus sacerdotes, dos religiosos e daqueles que generosamente se preparam para o sacerdócio e a vida consagrada; e sirva de novo impulso também para quantos colaboram, com constância e abnegação, na obra de evangelização, especialmente os fiéis leigos, a fim de que, intensificando a sua entrega a Deus nos respectivos ambientes de vida e no trabalho, não se cansem de oferecer, responsavelmente, a sua contribuição para o bem e o progresso integral da pátria.

O caminho que Cristo propõe à humanidade – e a cada pessoa e povo, em particular – em nada a tolhe, antes pelo contrário, é o fator primeiro e principal do seu verdadeiro progresso. Que a luz do Senhor, que brilhou fulgurantemente nestes dias, não se apague naqueles que a acolheram e ajude a todos a reforçarem a concórdia e a fazerem frutificar o melhor da alma cubana, os seus valores mais nobres, sobre os quais é possível fundar uma sociedade de largos horizontes, renovada e reconciliada. Que ninguém se veja impedido de tomar parte nesta tarefa apaixonante pela limitação das suas liberdades fundamentais, nem eximido dela por negligência ou carência de recursos materiais; situação esta, que fica agravada quando medidas económicas restritivas impostas de fora ao País pesam negativamente sobre a população.

Concluo aqui a minha peregrinação, mas continuarei a rezar fervorosamente para que sigais em frente e Cuba seja a casa de todos e para todos os cubanos, onde convivam a justiça e a liberdade, num clima de serena fraternidade. O respeito e a promoção da liberdade que vive no coração de cada homem são imprescindíveis para responder adequadamente às exigências fundamentais da sua dignidade e, assim, construir uma sociedade onde cada um se sinta protagonista indispensável do futuro da sua vida, da sua família e da sua pátria.

A hora atual exige de modo urgente que se eliminem na convivência humana, nacional e internacional, posições inamovíveis e perspectivas unilaterais, que tendem a tornar mais árduo o entendimento e ineficaz o esforço de colaboração. Eventuais discrepâncias e dificuldades hão de solucionar-se procurando incansavelmente aquilo que une a todos, com diálogo paciente e sincero, compreensão mútua e uma leal vontade de escuta que acolha metas portadoras de novas esperanças.

Cuba, reaviva em ti a fé dos teus maiores, extrai dela a força para edificar um futuro melhor, confia nas promessas do Senhor, abre o teu coração ao seu Evangelho para renovar autenticamente a vida pessoal e social.

Ao mesmo tempo que vos digo o meu sentido adeus, peço a Nossa Senhora da Caridade do Cobre que proteja com o seu manto todos os cubanos, os ampare no meio das provações e lhes obtenha do Todo-Poderoso a graça que mais anseiam.

Até sempre, Cuba, terra embelezada pela presença materna de Maria! Que Deus abençoe o teu futuro.


RECOMENDAMOS »

Abr
18

Católico em dia

18 de abril de 2014

  • Você sabia que: Os seguidores de Jesus foram chamados "cristãos" recém desde o ano 43 na evangelização da Antioquia.

Videos

A falta de oração leva à mediocridade espiritual
A falta de oração leva à mediocridade espiritual
Papa Francisco: Nem a doença, nem a morte, poderá nos separar de Cristo
O Papa: A Igreja é a casa da Alegria
A comunhão fraterna leva à comunhão com Deus, diz o Papa
O Papa no Encontro Mundial das Famílias: Viver a Reconciliação Sempre
Maria é modelo de caridade e união com Cristo, destaca o Papa
Francisco exorta a rezar sempre sem jamais cansar-se
Rezar e anunciar o Evangelho é tarefa de todo cristão, afirma Francisco
Deus, nossa força, nos surpreende e nos pede sermos fiéis
O verdadeiro cristão segue o Senhor até a Cruz
A fé é a respiração da alma
Papa Francisco sobre Naufrágio em Lampedusa: uma vergonha!
Deus sempre acompanha a humanidade ao longo da história
Bento XVI: Jesus nos mostra o rosto de Deus
Bento XVI recorda que devemos ser sinais da ação de Deus no mundo
Bento XVI: é urgente falar de Deus no mundo atual
Bento XVI: Deus não é um absurdo embora seja sempre um Mistério
Bento XVI fala de três vias para que o coração do homem chegue a Deus
O homem, mendigo de Deus: catequese de Bento XVI
A fé nunca é um ato puramente individual, destaca Bento XVI
Bento XVI: Não nos basta a ciência, é a fé que nos sustenta
Bento XVI: a plenitude humana consiste no amor
Missa de abertura do Ano da Fé
Bento XVI: O concílio e a beleza da nossa fé
A oração jamais pode ser feita de modo individualista

Podcast

Evangelho do dia

Lucas 24, 1-12

Evangelho
Data
03/30/14
03/29/14
03/28/14

Homilia do dia

Lucas 18,9-14

Homilia
Data
03/29/14
03/28/14
03/27/14

Mais Popular

  Assinar 
Cancelar Assinatura
  

Siga-nos: