| Destacado esportista:
Juan Luis Cipriani destacou na década de sessenta
como integrante da seleção nacional de basquete,
esporte que praticou desde sua época escolar. Jogou
pelo Peru em campeonatos bolivarianos, sul-americanos e
pan-americanos, gozando de fama de valente lutador até
do último ponto para alcançar a vitória
esportiva. Seus estudos na Universidade Nacional de Engenharia
e a convalescença da enfermidade de hepatite o impediram
de participar das Olimpíadas de Tóquio, a
qual havia sido convocado.
Em 1965, no Coliseu da Ponte
do Exército, em Lima, quando faltava um segundo para
o término da última partida do Campeonato
Inter-universitário de Basquete em que jogavam as
equipes das Universidades de Engenharia e Agricultura, a
equipe de dom Cipriani ia perdendo por um ponto. antes de
que soasse o apito dando por terminado o encontro, Cipriani
lançou a bola da metade da quadra de esportes encestando
os dois pontos da vitória diante do estrondo do público.
Sua equipe ganhou 50-49 e ele foi o protagonista do triunfo.
Participou da seleção
nacional de basquete que competiu nos jogos bolivarianos
de Barranquilla, Colômbia (1961). Foi membro da equipe
nacional de basquete sub-campeão no Campeonato Sul-americano
de Lima (1963). Integrou a equipe de basquete da Universidade
Nacional de Engenharia, obtendo o campeonato universitário
(1965). Integrou a equipe peruano de basquete que participou
dos Jogos Pan-americanos de Winnipeg, Canadá (1967).
Integrou a seleção peruana de basquete que
jogou no Campeonato Sul-americano de Montevidéu,
onde empataram o primeiro lugar a Argentina, Brasil, Uruguai
e Peru (1969).
Sacerdócio:
Foi ordenado sacerdote na Basílica de São
Miguel de Madri, Espanha, em 21 de agosto de 1977. O trabalho
sacerdotal desenvolvido em Lima se centrou na direção
espiritual de jovens. Foi também diretor espiritual
no Seminário de Santo Turíbio de Lima (1981
a 1983) e professor de Teologia Moral na Faculdade Pontifícia
e Civil de Teologia de Lima. Também foi professor
de Ética Empresarial e Capelão da Escola de
Alta Direção (PAD), e da Escola Superior Montemar.
O Prelado do Opus Dei o nomeou Vigário Regional no
Peru e Vice-Chanceler na Universidade de Piura (1986-1988),
cargos que deixou ao ser nomeado Bispo por Sua Santidade
João Paulo II.
Episcopado:
Em 3 de julho de 1988 foi consagrado Bispo na Catedral de
Lima pelo Cardeal Juan Landázuri, e destinado como
Bispo Auxiliar da Arquidiocese de Ayacucho, na serra central
peruana, berço do terrorismo. Quando o Arcebispo
anterior se demitiu, e logo depois de desempenhar um tempo
como Administrador Apostólico, João Paulo
II o nomeou Arcebispo de Ayacucho, entregando-lhe, na Basílica
de São Pedro, o pálio correspondente a sua
alta investidura.
Em 13 de maio de 1995, em uma
cerimônia espetacular, na cidade de Huamanga, dom
Cipriani tomou posse de seu cargo de Arcebispo de Ayacucho.
O Cardeal Augusto Vargas Alzamora, então Arcebispo
de Lima e Presidente da Conferência Episcopal Peruana,
várias dezenas de Bispos, e o Núncio de sua
Santidade, dom Fortunato Baldelli, respaldaram com sua presença
e aplaudiram ao novo Arcebispo ayacuchano, diante de uma
imensa multidão de cidadãos, camponeses e
autoridades regionais e locais, em gráfica amostra
de unidade fraterna do Episcopado Peruano.
Em Ayacucho desenvolveu um
intenso trabalho pastoral, fomentando as vocações
sacerdotais no Seminário de Huamanga; reconstruindo
17 dos 33 Templos da cidade; alentando aos sacerdotes no
cumprimento de suas atividades paroquiais e educativas;
estimulando a presença de religiosos contemplativos
e assistenciais em benefício do povo; atendendo pessoalmente
o bom desenvolvimento dos centros de ajuda social em favor
dos órfãos, anciões e doentes.
Se lhe perguntam qual é
a maior conquista, ao longo de seu serviço na Igreja
em Ayacucho, confessa que é a re-abertura do Seminário
Maior da Huamanga, depois de 38 anos fechado.
Em 9 de janeiro de 1999 o Santo
Padre faz pública sua nomeação como
Arcebispo de Lima, cargo que assume o 30 desse mês,
convertendo-se em sucessor de Santo Turíbio de Mogrovejo,
Patrono do Episcopado Latino-americano.
Na tomada de posse do Arcebispado
de Lima, Dom Juan Luis Cipriani pediu aos fiéis orações
"para que eu me deixe conduzir pelo Espírito
Santo nesta difícil tarefa que me espera". Disse
também: "Assumo esta grande responsabilidade
em espírito de serviço à Igreja e consciente
de minhas pessoais limitações. É uma
carga onerosa e fonte de fadiga que me leva a meditar nas
palavras de Cristo: ‘Não vim a ser servido,
mas sim a servir’ (MT. 20,28)".
A Pontifícia Universidade
Católica do Peru reconheceu publicamente como Grande
Chanceler a Dom Juan Luis Cipriani em 24 de março
de 1999, em uma cerimônia acadêmica com o claustro
de professores.
Trabalho Pastoral em
Lima: Nos dois anos que leva Dom Cipriani como
Arcebispo de Lima visitou, domingo à domingo, diversas
paróquias da Arquidiocese, começando pelas
mais pobres, para conhecer sua paróquia, que enche
os templos, e pregar-lhes a Palavra de Deus. Homens e mulheres;
crianças, adultos e anciões; sãs, portadores
de necessidades especiais e doentes, todos se aproximam
do Pastor para lhe conhecer e receber dele umas palavras
de alento.
Este programa de visitas pastorais,
que chegou a mais 50 das 112 paróquias com que conta
Lima, aproxima o Pastor aos fiéis de sua Arquidiocese
e oferece, além da celebração da eucaristia,
a administração dos sacramentos.
Do mesmo modo, o Senhor Arcebispo
realizou distintas visitas pastorais a diversas obras de
atenção social que realiza a Igreja com os
setores mais vulneráveis como são os anciões
e portadores de necessidades especiais, crianças,
jovens e adultos em estado de abandono.
Dom Cipriani retomou o antigo
costume de celebrar às onze da manhã a Santa
Missa na Basílica Catedral todos os domingos. Do
mesmo modo, retomou a tradição de celebrar
a Santa Missa na Catedral de Lima em 25 de dezembro, dia
de Natal, com a presença das autoridades políticas,
civis, militares, eclesiásticas e fiéis em
geral.
Como uma forma de reforçar
a atenção e preparação dos docentes
que ensinam o curso de Religião nas escolas e colégios
de Lima, dom Juan Luis Cipriani inaugurou em novembro de
1999 um novo e amplo local do Departamento de Educação
Católica –ODEC- do Arcebispado de Lima.
Diálogo com
os fiéis: Dom Cipriani participa do programa
radial "Diálogo de Fé", através
da emissora radial informativa mais popular do Peru, no
que aborda distintos tema relacionados ao Magistério
da Igreja e onde os ouvintes intervêm diretamente
mediante pergunta. Aos sábados, às dez e meia
da manhã, o Arcebispo limenho mantém assim
um diálogo plural com os habitantes da cidade e do
interior do país que participam via telefônica.
Não somente os católicos mas também
pessoas de outras crenças expõem suas inquietações
e recebem de Dom Cipriani luz para seu entendimento e um
conselho positivo que aquiete os corações.
Em junho de 1999 criou a Obra
Social Cardeal Landázuri, com o objetivo de promover,
desenvolver e estimular novas obras sociais a favor das
pessoas mais necessitadas da Arquidiocese. Após,
esta Obra Social cumpre um trabalho de interação
entre as instituições doadoras nacionais e
estrangeiras com os setores mais pobres de Lima. implementou
um sistema de rede computadorizada com as paróquias
para ter comunicação permanente e rápida
através do correio eletrônico. Desta forma
se faz mais efetiva a ajuda social.
Trabalho social:
Para enfrentar a pobreza, desnutrição e deserção
escolar, Dom Cipriani criou em agosto de 1999 a Vicaría
da Caridade, a qual conta com um amplo local aonde atende
a centenas de meninos, anciões, portadores de necessidades
especiais e gente em extrema pobreza lhes oferecendo atenção
em alimentação, educação, saúde
e preparação em oficinas de artesanatos e
programas técnicos. Dali administra a atenção
social da Arquidiocese que é oferecida através
das paróquias e de diversas obras sociais da Igreja.
São mais de 30 mil pessoas, entre crianças,
anciões, portadores de necessidades especiais e gente
em extrema pobreza, que se beneficiam diariamente com esta
ajuda.
Na solenidade do Domingo de
Páscoa de Ressurreição, 4 de abril
de 1999, Dom Cipriani fez pública sua primeira carta
pastoral: "Para que tenham vida e a tenham em abundância",
onde escreveu: "Obrigado, Mãe Igreja, por defender
a vida, nestes tempos onde o egoísmo dos capitalistas
pretende reduzir os nascimentos, provocar esterilizações,
realizar abortos e promover a morte antecipada de anciões."
A defesa da vida da concepção,
a defesa da instituição familiar e o matrimônio
como pilar da sociedade, o respeito à dignidade das
pessoas, são temas que aborda dom Cipriani sempre
com a firmeza e convicção como corresponde
a um Pastor da Igreja.
O Pastor da Igreja de Lima
alternou sua atividade cultural com seu serviço pastoral.
Sua tese de doutorado como teólogo foi sobre "A
prudência em Santo Tomás", obra que publicou
depois. Inquieto pela situação dos pobres,
estudou profundamente a doutrina social da Igreja e publicou
um famoso "Catecismo de Doutrina Social", que
teve já várias edições no Peru
e na Espanha, chegando a vender mais de cinqüenta mil
exemplares.
Piedade popular:
A profunda religiosidade do povo peruano tem na imagem do
Senhor dos Milagres a expressão de fé maior
que congrega a milhões de pessoas e inclusive transpassou
as fronteiras do país. Por pedido de Dom Cipriani
a sagrada imagem incluiu em seu tradicional percurso pelas
ruas de Lima –iniciado faz mais de 300 anos- o pernoitar
na Basílica Catedral durante sua primeira saída
de outubro para presidir ao dia seguinte a Santa Missa pela
Nação na Praça Maior. Desta forma milhares
de fiéis podem rezar e acompanhar na sé que
é o coração da Arquidiocese.
Em 22 de outubro de 2000, com
motivo da tradicional procissão, o Arcebispo de Lima
ofereceu aos membros da Irmandade Senhor dos Milagres um
bate-papo, igualmente em 1999, no Grande Parque de Lima.
Assistiram mais de três mil membros entre carregadores,
cantoras e defumadoras. "Que cada um de vocês
seja um Cristo", advertiu, convidando os participantes
a acudir com freqüência à sacramento da
reconciliação, um pedido permanente do Arcebispo
de Lima aos fiéis.
Com motivo do Ano Santo e pela
primeira vez em sua história a sagrada imagem do
Senhor dos Milagres saiu de seu monastério das Nazarenas
em Semana Santa para dirigir-se em procissão à
Catedral de Lima e presidir o Sermão das Sete Palavras,
que voltando a ser realizada na sé primaz depois
de muitos anos. A participação dos fiéis
foi verdadeiramente impressionante. Das primeiras horas
da manhã milhares de pessoas se aproximaram da Catedral
de Lima para participar desta jornada de fé,
Ano Jubilar:
Em 23 de maio de 1999 o Arcebispo de Lima enviou aos limenhos
uma mensagem jubilar, denominado "Nostalgia de Deus",
encaminhado a tomada de consciência do conteúdo
religioso que tem o Ano Santo com motivo do segundo milênio
da vinda de Jesus Cristo, Filho de Deus. A Arquidiocese
organizou, previamente ao Ano Santo, a Grande Missão
Jubilar de Lima, que teria como celebração
principal o VIII Congresso Eucarístico Nacional,
em agosto do ano 2000.
Diversos setores da população
participaram desta grande festa jubilar. É assim
que se celebraram os jubileus da vida consagrada, dos professores
de teologia e religião, dos doentes, dos artesãos,
da mulher, dos trabalhadores, dos jovens, do clero, dos
universitários, dos movimentos eclesiais, dos catequistas,
dos professores, dos cárceres, das famílias,
das irmandades e confrarias, dos docentes universitários,
das trabalhadoras do lar, dos laicos (com presença
dos esportistas e jornalistas), e da vida contemplativa.
Como presidente do VIII Congresso
Eucarístico Nacional, celebração central
do Ano Santo Jubilar, Dom. Juan Luis Cipriani teve a responsabilidade
de organizar este grande evento de fé que, em seus
cinco dias de duração, reuniu a mais de 500
mil pessoas e teve como Legado Papa ao Cardeal Bernard Francis
Law, Arcebispo de Boston, Estados Unidos. Um álbum
cuidadosamente editado pelo Arcebispado de Lima percorre
integralmente o desenvolvimento deste evento, como testemunho
histórico do mesmo.
Apoio vocacional:
Desde o primeiro momento, Dom Cipriani quis dedicar uma
atenção preferencial à promoção
de vocações sacerdotais e a formação
permanente dos presbíteros diocesanos. Periodicamente,
dirige retiros espirituais e encontros religiosos no Seminário
de Santo Turíbio, tanto com os seminaristas como
com os sacerdotes. No ano 2000, Ano do Jubileu, depois de
muitos anos, ingressaram no Seminário de Santo Turíbio
25 novos seminaristas, cifra não alcançada
em muito tempo. No transcurso destes dois primeiros anos
de sua gestão episcopal, ordenou a cinco diáconos
e cinco presbíteros em emotivas cerimônias
litúrgicas na Catedral de Lima.
A Vicaría da Pastoral
Universitária, que vem trabalhando intensamente com
as diversas instituições de educação
superior de Lima, é uma grande possibilidade para
fomentar as vocações sacerdotais mediante
a atenção e formação espiritual,
as jornadas de fé, a participação dos
jovens que recebem os sacramentos como o batismo, a comunhão
e a confirmação. Em várias oportunidades
dom Juan Luis lhes ministrou estes sacramentos e compartilhou
jornadas de fé com eles.
Trabalho episcopal:
É segundo vice-presidente da Conferência Episcopal
Peruana desde ano 2000, além de presidente da Comissão
Nacional de Educação Católica. Em cumprimento
de seu encargo, Dom Cipriani colocou especial interesse
na eleição dos professores de religião
dos colégios estatais, do ensino de religião
no nível de bacharelado e na formação
doutrinal e moral dos professores de religião de
ensino fundamental e secundária públicos e
privados.
Serviço à
Santa Sé: Atualmente é Consultor
da Congregação Romana do Clero; membro do
Dicasterio da Congregação Romana do Culto
Divino e Disciplina dos Sacramentos; e membro do Conselho
da Pontifica Comissão para a América Latina.
Crise de reféns:
Quando acontece a crise dos reféns na residência
do embaixador do Japão, produzida por terroristas
do MRTA, em dezembro de 1996, a Santa Sé o nomeou
como membro da Igreja para integrar o grupo de responsável
e coordenador para obter uma saída pacífica
a esta eventualidade. Com a especial autoridade que lhe
dá esse carisma pessoal, Dom. Cipriani ganhou rapidamente
a confiança dos quatorze membros do grupo subversivo
e dos reféns que durante quatro meses permaneceram
cativos junto ao embaixador Aoki.
Hoje se sabe que graças
a suas gestões pessoais, além de acalmar aos
cativos com suas palavras de serenidade e confiança
em Deus, intercedeu eficazmente para que fossem saindo alguns
doentes ou especialmente afetados pela difícil situação,
o que se exteriorizava em que, depois de suas primeiras
visitas, foram ficando livres alguns dos reféns.
Dom. Cipriani foi recebido ali com beneplácito, confessou
a muitos reféns católicos, deu logo a absolvição
coletiva permitida para casos de guerra e desgraças
similares e celebrou os domingos e festas a Santa Missa,
deixando uma esteira de paz, enquanto ia à Nunciatura
a informar a Dom. Fortunato Baldelli, o cumprimento de sua
singular missão pastoral.
Foros Internacionais:
Dom. Cipriani é conhecido também nos Estados
Unidos, onde foi expositor em quatorze Universidades sobre
assuntos de atualidade. Convidado por Harvard, Princeton,
Columbia, Chicago e outras universidades, dialogou com estudantes
e professores, com uma grande acolhida de todos. Quando
o ex-presidente George Bush visitou Lima, Dom. Cipriani
foi um dos convidados pelo órgão anfitrião,
o que lhe permitiu o diálogo entre ambos. É
freqüente que diversas personalidades lhe busquem para
conversar sobre a realidade peruana, embora ele prefira
manter-se no terreno da vida pastoral de seu povo.
Participou como membro da delegação
episcopal peruana, na Conferência Episcopal Latino-americana
de Santo Domingo, organizada pelo CELAM em 1992. Ofereceu
a conferência sobre a Igreja Católica, no Japão,
como convidado oficial do Governo de Tóquio, em 1998.
Teve a seu cargo a exposição "A cultura
do Trabalho e a Solidariedade", em 27 de novembro de
1998, no Congresso da República, convidado pela Comissão
de Educação e Cultura.
Publicações:
publicou sua tese de doutorado: "A virtude da prudência
em Santo Tomás", e o ensaio sobre o matrimônio:
"Personalidade e Amor Conjugal". depois de trabalhar
três anos em Ayacucho, fruto de sua preocupação
por semear o sentido de solidariedade cristã, publicou:
"A paz, fruto da solidariedade. Reflexões sobre
a necessária solidariedade cristã", Ayacucho,
dezembro de 1991.
Mas o livro que teve a maior
difusão foi o "Catecismo de Doutrina Social",
publicado em Lima com o subtítulo de "Conheça
seus direitos" (Editorial Navarrete, 1987), e reeditado
em Lima pela Série Populibros (1989) e em Madri,
por livros MC (3 edições, os anos 1988, 1990
e 1992). mais de 50,000 exemplares foram vendidos na América
Latina e Espanha.
Trabalhando junto com Dom.
Federico Richter Fernández-Prada, OFM, organizou
o simpósio titulado "A Evangelização
de Huamanga nos séculos XVI, XVII e XVIII",
editando em seguida os estudos, e prefaciando o livro em
1992.
Fruto de sua preocupação
doutrinal sobre a formação sobre o matrimônio,
publicou o folheto "A Natalidade à luz do Magistério
Católico", Ayacucho, 1995 e o texto escolar
"Educação Familiar", em 1996 (2ª
edição 1998), que já vendeu vinte mil
exemplares, correspondentes a duas edições.
Publicou deste modo a recopilação
de trinta de suas homilias no livro: "Testemunhas vivas
de Cristo. Da Catedral de Huamanga", havendo-se esgotado
as duas edições peruanas feitas em 1998. publicou-se
na Espanha uma terceira edição com grande
êxito. Deste modo é autor da coleção
Nova Evangelização com 8 títulos que
incluem homilias, cartas pastorais, discursos e mensagens,
publicado por Edições Paulinas e Editorial
Salesiana.
Cardinalato: Criado
cardeal presbítero em 21 de fevereiro de 2001, convertendo-se
no primeiro membro da Opus Dei em receber a púrpura
cardinalícia. Recebeu a barrete vermelha e o título
de São Camilo de Lelis.
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